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Caracterização molecular de plasmídeos carreadores de genes codificadores de beta-lactamases de espectro estendido em Enterobactereaceas isoladas de suínos

Processo: 12/08332-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Andrea Micke Moreno
Beneficiário:Ketrin Cristina da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Suínos   Plasmídeos   Doenças infecciosas em animais   Resistência beta-lactâmica

Resumo

No Brasil, os estudos sobre resistência bacteriana em cepas de origem animal, inclusive suínos, são escassos ou pouco aprofundados. Neste contexto, a caracterização dos plasmídeos carreadores de genes de resistência, assim como das estirpes que os possuem será de suma importância epidemiológica e de grande impacto no estudo da origem da resistência bacteriana. Plasmídeos são elementos genéticos móveis frequentemente associados à emergência e disseminação de resistência antimicrobiana. O objetivo do presente projeto é contribuir no esclarecimento da origem e disseminação de beta-lactamases de espectro estendido (ESBL) no Brasil através da caracterização molecular de plasmídeos carregando genes do tipo blaESBL oriundos de cepas de Escherichia coli, Salmonella enterica e Klebsiella pneumoniae isoladas de fezes de suínos comerciais como também estabelecer a relação clonal entre essas cepas através do sequenciamento de multilocus (Multilocus sequence typing - MLST). O perfil de suscetibilidade a antimicrobianos beta lactâmicos será determinado pelo método de difusão em disco (Kirby-Bauer) e confirmado pela determinação da concentração inibitória mínima nas cepas resistentes. A produção de ESBL será identificada pelo teste da aproximação de discos (DDT) e através da pesquisa dos genes blaCTX-M, blaTEM e blaSHV pela PCR. Os plasmídeos carregando genes codificadores de ESBL serão extraídos e transformados na cepa receptora Escherichia coli Top10 e caracterizados quanto ao grupo de incompatibilidade e peso molecular. O perfil das cepas carregando esses plasmídeos será determinado através do MLST e depositado no banco de dados da espécie (http://pubmlst.org/databases.shtml). (AU)

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