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Efeito dos eventos extremos de pluviosidade sobre os parâmetros fisiológicos, funcionais e populacionais de organismos do entremarés rochoso

Processo: 12/17713-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 04 de março de 2013
Vigência (Término): 03 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Tânia Marcia Costa
Beneficiário:Silas Candido Principe de Souza
Supervisor no Exterior: Stuart Rees Jenkins
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Local de pesquisa: Bangor University, País de Gales  
Vinculado à bolsa:11/23956-7 - Efeito dos eventos extremos de pluviosidade sobre os parâmetros fisiológicos, funcionais e populacionais de organismos do entremarés rochoso, BP.IC
Assunto(s):Ecologia marinha   Bentos   Análise de variância   Mudança climática

Resumo

Os cenários preditos para as alterações das mudanças climáticas globais incluem diversas variáveis ambientais que terão impacto direto sobre a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas. Dentre estas, os eventos extremos são tidos como um dos principais estressores dos parâmetros fisiológicos e funcionais dos organismos, podendo levar a mortalidade em massa. Nas regiões costeiras, a pluviosidade é um dos fatores ambientais que vem apresentando variações extremas frequentes. Neste estudo, testaremos em um contexto inter-hemisférico as hipóteses de que a pluviosidade causa efeitos subletais de estresse fisiológico em organismos do entremarés; enquanto eventos extremos de pluviosidade podem acarretar em mudanças das respostas funcionais e alocação energética dos organismos. Porém, espera-se que o aumento da frequência de eventos extremos de pluviosidade possam levar a mortalidade. Estas hipóteses serão avaliadas através de experimentos em laboratório sobre o efeito da intensidade (ausente, média, extrema) e frequência (1, 2, 4 e 8 períodos de maré) da pluviosidade em cracas e mexilhões. Os animais serão mantidos em aquários sobre temperatura e ciclo de luminosidade constantes. Os ciclos de maré serão realizados manualmente e a pluviosidade será mantida constante durante os períodos de maré baixa, com o uso de um reservatório de água doce e dispersor. Os níveis de glicose e lactato serão utilizados como variáveis fisiológicas dos estresses subletais, enquanto a taxa de filtração durante a maré alta e a taxa de mortalidade serão utilizados como variáveis funcionais e populacionais, respectivamente. Os dados serão avaliados através de modelos de Análise de Variância. (AU)