| Processo: | 13/02954-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política - Estado e Governo |
| Pesquisador responsável: | Fernando de Magalhães Papaterra Limongi |
| Beneficiário: | Diego Sanches Corrêa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/08536-1 - Instituições políticas, padrões de interação executivo-legislativo e capacidade governativa, AP.TEM |
| Assunto(s): | América Latina Instituições Distribuição de renda Desigualdade social Programas sociais Poder legislativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | América Latina | desigualdade social | instituições | Interação Executivo | Legislativo | Resdistribuição de Renda | Política Comparada |
Resumo Os países latino-americanos figuram entre os mais desiguais do mundo e a tendência observada na segunda metade do século XX havia sido de agravamento desta situação. Desde o início dos anos 2000, entretanto, o nível de desigualdade social vem caindo como consequência direta de políticas redistributivas implementadas na maioria deles. Por que o nível de desigualdade social caiu mais durante algumas administrações presidenciais do que em outras? O objetivo deste projeto é responder a esta pergunta focando em determinantes institucionais, ao invés de estimar efeitos de programas sociais específicos. É sabido que a difusão de programas de transferência de renda condicionada, como o Bolsa Família no Brasil, a expansão de redes de proteção social e outras políticas redistributivas explicam a queda da desigualdade na região, mas por que há tanta variação temporal e internacional no montante investido em programas deste tipo? A hipótese testada por este projeto é a de que em países onde o processo decisório nas legislaturas é mais centralizado e o Executivo dispõe de maior controle sobre a agenda legislativa, o governo é mais capaz de resolver problemas de ação coletiva e atender a demandas populares por redistribuição de renda. Para testá-la, serão comparados países latino-americanos entre si e os dois períodos democráticos brasileiros. | |
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