| Processo: | 13/14061-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia |
| Pesquisador responsável: | Taran Grant |
| Beneficiário: | Adriana Moriguchi Jeckel |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/10000-5 - Uma abordagem multidisciplinar para o estudo da diversificação de anfíbios, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/23715-5 - Defesa química em sapos venenosos: a diversidade de alcaloides aumenta a medida que os indivíduos envelhecem?, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Herpetologia Defesa química Anfíbios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anfíbios | defesa química | Osteocronologia | Herpetologia |
Resumo Da grande variedade de substâncias usadas na defesa química dos anfíbios, os alcaloides lipofílicos parecem ser os únicos que não são sintetizados pelos próprios animais. Estes compostos são sequestrados da dieta, principalmente os ácaros e formigas, e armazenados em glândulas granulares tegumentares. Uma das características deste sistema de defesa química é a enorme variação na abundância, riqueza e composição de alcaloides entre espécies, populações e inclusive indivíduos da mesma população. Uma possível explicação desta variação individual na diversidade de alcaloides é que pode ser correlacionada com a idade do indivíduo, sendo que os indivíduos mais velhos podem ter sido expostos a uma maior diversidade de artrópodes que possuíam alcaloides do que indivíduos mais jovens. Sendo assim, se esperaria uma relação positiva entre a diversidade de alcaloides e a idade. Dentre as espécies capazes de sequestrar alcaloides, estão as espécies do gênero Melanophryniscus, da família Bufonidae, que estão distribuídos na região centro este da América do Sul. Este trabalho tem como objetivo principal testar se existe uma relação entre a idade e a diversidade de alcaloides na pele de indivíduos de M. simplex. A idade relativa dos indivíduos será estimada pelo método de osteocronologia. Como esta será a primeira vez que se aplica esta técnica neste grupo de anuros, um objetivo secundário é avaliar se há diferença nos dados obtidos com osteocronologia em diferentes ossos longos do anfíbio. A idade será relacionada com a diversidade de alcaloides dos mesmos indivíduos utilizando dados já obtidos em outro projeto do mesmo laboratório. | |
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