| Processo: | 13/19505-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Fisiológica |
| Pesquisador responsável: | Manoel Jorge Nobre Do Espirito Santo |
| Beneficiário: | Juliana Rosa Tostes Penha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuropsicofarmacologia Ansiedade Aprendizagem Alcoolismo Síndrome de abstinência a substâncias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Abstinência | álcool etílico | ansiedade | aprendizagem | dependência | drogas de abuso | Neuropsicofarmacologia |
Resumo A tolerância aos efeitos atóxicos e hipotérmicos do álcool é mais pronunciada em ambientes nos quais ele é usualmente ingerido do que em contextos não habituais. Neste último caso, supõe-se que ambiente novo falharia em produzir no indivíduo a chamada "resposta condicionada compensatória"; que normalmente emerge como fruto de aprendizagem associativa incondicionada para conter os efeitos depressores do álcool etílico eliciados no ambiente usual de ingestão. Dentre as muitas regiões envolvidas nas alterações emocionais e cognitivas induzidas pela administração crônica de álcool etílico se destaca o córtex medial pré-frontal (mPFC), através de suas subdivisões pré-límbica (PrL) e infra-límbica (IL), e o nucleus accumbens (NAc), através de seus dois núcleos funcionais (áreas core - NAcC e shell - NAcSh). Em animais de laboratório, a interrupção da ingestão crônica de álcool leva frequentemente a expressão de uma série de sintomas dentre os quais a ansiedade é mais prevalente. Esta condição é mantida por um processo de reforço negativo e reflete a existência de mudanças neuroadaptativas. Neste projeto, avaliaremos os efeitos aversivos do tratamento crônico e da abstinência de álcool etílico sobre regiões encefálicas que comumente estão vinculadas aos aspectos reforçadores das drogas e ao controle motivacional do comportamento, tomando como base as conexões dopaminérgicas do sistema PrL/NAcC. (AU) | |
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