| Processo: | 13/23183-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Li Li Min |
| Beneficiário: | Jéssica Elias Vicentini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Redes neurais em modo padrão Ressonância magnética funcional em estado de repouso Imagem por ressonância magnética funcional Acidente vascular cerebral Ansiedade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | default mode network | ressonância magnética funcional | resting state | sintomas de ansiedade pós-AVC | sintomas depressivos pós-AVC | Fisiopatologia Médica |
Resumo Prejuízos emocionais e cognitivos são comuns após um acidente vascular cerebral (AVC), doença que lidera as causas de óbitos no Brasil. Depressão e ansiedade são distúrbios psicológicos com alta incidência após o evento e têm um impacto negativo na reintegração social, qualidade de vida e recuperação do paciente, podendo inclusive exacerbar as incapacidades relacionadas ao AVC. Apesar do interesse crescente no quadro, há estudos divergentes sobre a prevalência de sintomas depressivos e ansiosos com o passar das fases (aguda, subaguda e crônica), além de não haver uma região lesionada específica que justifique o aparecimento desses sintomas. Pode-se sugerir, portanto, que as causas vão além de lesões estruturais, mas que há alterações na conectividade funcional do cérebro. A rede neuronal que mais vem sendo associada ao quadro é a Default Mode Network (DMN). Através de Ressonância Magnética funcional (RMf), em resting state, é possível acessar o funcionamento cerebral de modo não invasivo e ter acesso ao funcionamento desta rede. A recuperação após o AVC parece depender da reorganização desta rede. Além disso, disfunções prévias no DMN parecem estar relacionadas a sintomas depressivos e ansiosos posteriores. Ao nosso conhecimento, ainda não existem estudos que investiguem a conectividade funcional do DMN de pacientes pós-AVC no primeiro mês e no sexto mês, a fim de entender se mudanças nesta rede são capazes de influenciar sintomas depressivos e ansiosos e se a reorganização da rede pode acarretar mudanças nestes sintomas, através de avaliação neuropsicológica. | |
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