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Migração e invasão celular in vitro de células humanas expressando variantes da oncoproteína LMP1 do vírus de Epstein-Barr (EBV)

Processo: 14/06728-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Deilson Elgui de Oliveira
Beneficiário:Nathália Suiti Laszkiewicz
Supervisor no Exterior: Ethel Cesarman
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa : Weill Cornell Medical College, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:12/22335-1 - Migração e invasão celular in vitro de células humanas expressando variantes da oncoproteína LMP1 do vírus de Epstein-Barr (EBV), BP.MS
Assunto(s):Transformação celular neoplásica   Neoplasias   Infecções por vírus Epstein-Barr

Resumo

O vírus Epstein-Barr (Epstein-Barr virus - EBV) infecta latentemente mais de 90% da população humana. A infecção viral está associada ao desenvolvimento da mononucleose infecciosa e alguns cânceres, incluindo o linfoma de Burkitt endêmico africano, o carcinoma indiferenciado de nasofaringe, alguns casos de linfoma de Hodgkin clássico e desordens linfoproliferativas pós-transplante. Células epiteliais e linfócitos B são os principais alvos da infecção pelo EBV. Embora usualmente o potencial oncogênico do vírus seja atribuído à sua capacidade transformar as células infectadas, alguns estudos sugerem que a infecção viral também pode contribuir na progressão dos cânceres causados pelo EBV. A proteína latente de membrana 1 (Latent membrane protein 1 - LMP1) é o principal produto do EBV com propriedades transformantes, tanto in vitro quanto in vivo. Diferentes variantes de LMP1 são descritas, discriminadas principalmente por variações nos domínios transmembrana e carboxi-terminais da proteína. Digno de nota, o domínio C-terminal de LMP1 é capaz de ativar vias de sinalização intracelular que regulam os fenômenos de migração e invasão celular; adicionalmente, induzem síntese de produtos que degradam a matriz extracelular e favorecem a angiogênese. Até o momento não é sabido se diferentes variantes de LMP1 apresentam propriedades distintas no que se refere a esses importantes fenômenos da progressão tumoral, sobretudo para tumores sólidos. Assim sendo, o presente estudo visa avaliar parâmetros in vitro de células expressando diferentes variantes de LMP1 que se relacionam ao potencial de disseminação de cânceres. Para tanto, células HEK293 serão transfectadas com vetores de expressão contendo LMP1 e submetidas a experimentos para avaliação da capacidade migratória e de invasão in vitro, de modo a se identificar eventuais diferenças que possam ser atribuídas às variações encontradas nas diferentes formas de LMP1 analisadas. (AU)