| Processo: | 14/05196-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Luiz Gustavo de Almeida Chuffa |
| Beneficiário: | Michelly da Silva Alves |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Toxicologia reprodutiva Transformação celular neoplásica Melatonina Caspase 3 Apoptose Histopatologia Western blotting Imuno-histoquímica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apoptose | Bax | Bcl-2 | Caspase 3 | melatonina | Toxicologia da Reprodução |
Resumo O câncer de ovário apresenta elevada incidência em mulheres e, devido seu diagnóstico tardio e baixo prognóstico, é o mais grave dos cânceres ginecológicos. O câncer de ovário é inicialmente responsivo à quimioterapia, onde se observa a redução no crescimento do tumor, porém, com o tempo, muitas mulheres desenvolvem quimioresistência decorrente do tratamento. É indiscutível que fatores de risco, como o alcoolismo crônico, predispõem a indução e o desenvolvimento de tumores, atuando como agente co-carcinogênico. Curiosamente, os mecanismos relacionados a tumorigênese e consumo de etanol compartilham vias comuns relacionadas ao processo apoptótico e a sobrevivência da célula tumoral. Tendo a melatonina como uma molécula com função oncostática e pró-apoptótica em tumores sólidos, o presente estudo tem o objetivo de avaliar o efeito da indução tumoral ovariana e verificar a influência da terapia com melatonina sobre o processo de apoptose nos ovários de ratas consumidoras voluntárias de etanol a 10% (linhagem UChB). Para tanto, serão investigados os seguintes parâmetros: monitoramento do ciclo estral durante o desenvolvimento tumoral, avaliação e caracterização dos tipos de lesões tumorais através da análise histopatológica, imunolocalização e quantificação das proteínas-alvo anti-apoptóticas (Bcl-2 e survivina) e pro-apoptóticas (BAX e caspase 3), e p53 (supressor tumoral relacionado com indução de morte celular), através das técnicas de imunohistoquímica e Western blot. Esses resultados irão colaborar no esclarecimento dos efeitos da melatonina sobre o processo apoptótico, sobrevivência da célula tumoral e quimioresistência aos tratamentos. | |
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