| Processo: | 13/23723-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | José Rodrigo Pauli |
| Beneficiário: | Eloize Cristina Chiarreotto Ropelle |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Interleucina-10 Sistema musculoesquelético Exercício físico Obesidade Resistência à insulina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício físico | Interleucina 10 | Músculo esquelético | obesidade | resistência a insulina | Fisiologia do exercício |
Resumo O músculo esquelético representa aproximadamente 40% da massa corporal total e exerce papel primordial no metabolismo da glicose. O processo inflamatório subclínico observado em pacientes obesos está diretamente relacionado à resistência à insulina no músculo esquelético através da ativação de proteínas serinas quinase, incluindo a JNK e o IKKb que atenuam a sensibilidade à insulina fosforilando o receptor de insulina e seus substratos em resíduos de serina, reduzindo a capacidade da transdução do sinal da insulina. Por outro lado, o exercício físico é considerado uma das estratégias não-farmacológicas mais eficazes para prevenir ou tratar os distúrbios relacionados à sensibilidade à insulina. Sabidamente o exercício físico aeróbio é capaz de suprimir os efeitos deletérios da inflamação sobre a sensibilidade à insulina. Os efeitos crônicos do exercício estão associados, em grande parte, à redução do peso corporal, em especial à massa adiposa. De maneira interessante, agudamente o exercício é capaz de suprimir as vias inflamatórias atenuar a atividade das serinas-quinase (JNK e IKKb) e restabelecer, ainda que transitoriamente, a sensibilidade à insulina no músculo esquelético de pacientes obesos e diabéticos do tipo 2. Nos últimos anos, esses efeitos anti-inflamatórios promovidos pelo exercício veem sendo atribuídos a moléculas secretadas pelo músculo em contração, dentre essas moléculas destacam-se a IL-6, IL-10, sTNFR e IL-1ra. Contudo os efeitos dessas moléculas sobre a sensibilidade à insulina permanecem apenas parcialmente conhecidos. Assim, o atual projeto tem por objetivo investigar o papel específico da IL-10 sobre a inflamação e a sensibilidade à insulina em músculo esquelético de roedores obesos após sessão aguda de exercício. (AU) | |
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