| Processo: | 14/12671-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Caroline Brandão Teles Rodrigues |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Inflamação Neurociências |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esmagamento | Inflamação | regeneração | tempol | Neurociências |
Resumo Acidentes de alta energia, assim como lesões obstétricas, podem levar à tração, esmagamento ou avulsão de raízes da medula espinal, gerando perdas funcionais extensas. A fisiopatologia da lesão inclui alterações das sinapses nos neurônios lesados, excitotoxicidade glutamatérgica, reação glial e liberação de espécies reativas de oxigênio (ROS). O sistema nervoso central (SNC) é facilmente danificado pelas ROS devido à sua grande constituição lipídica e ausência de mecanismos de defesa antioxidantes altamente eficientes. Assim, diversas pesquisas avaliaram a eficácia neuroprotetora de agentes farmacológicos com atividade antioxidante em lesões do SNC. Dentre as drogas antioxidantes destaca-se o Tempol. Estudos recentes demonstram que o tempol possui efeito neuroprotetor após lesão traumática do nervo isquiático em ratos neonatos aumentando a sobrevivência dos motoneurônios medulares. O presente estudo visa analisar o efeito do tempol na plasticidade sináptica, excitotoxicidade glutamatérgica, modulação da inflamação e recuperação motora, após esmagamento das raízes ventrais L4, L5 e L6 em fêmeas de ratos adultos Sprague-Dawley. Os animais serão separados em dois grupos experimentais (n=5, por grupo experimental): (1) esmagamento de raízes ventrais L4, L5 e L6 e administração intraperitoneal de solução salina (PBS) e (2) esmagamento de raízes ventrais, L4, L5 e L6 e administração intraperitoneal de tempol (12mg/Kg). Através de técnica de imunoistoquímica, 2 semanas após a lesão, será analisada a expressão de GAD65, VGLUT1 e CD3, que são respectivamente marcadores de sinapses GABAérgicas, sinapses glutamatérgicas e linfócitos T. Através do walking track test (Catwalk), durante 8 semanas após a lesão, a recuperação motora dos animais será avaliada. (AU) | |
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