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Engenharia de Linfócitos T para o reconhecimento da leucemia linfóide aguda

Processo: 15/03009-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Pedro Otavio de Campos Lima
Beneficiário:Carolina Dias Carlos
Instituição-sede: Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr Domingos A Boldrini (CIB). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Terapia genética   Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras   Imunoterapia   Neoplasias   Linfócitos T

Resumo

A leucemia linfóide aguda (LLA) é o câncer mais comum em crianças, representando 31% de todos os tumores. O tratamento convencional em crianças com LLA baseia-se em regimes quimioterapêuticos que vêm apresentando bons resultados com taxas de cura em torno de 80 a 90%. Apesar disto, 10-20% das crianças apresentam falha da resposta à terapia de primeira linha, bem como a ocorrência de recidiva da doença. A imunoterapia com linfócitos T geneticamente modificados tem mostrado resultados promissores para o tratamento das recidivas. Todavia, existem alguns aspectos limitantes para incorporá-la à conduta terapêutica regular, como: (i) a grande quantidade de vetores a ser produzida para cada paciente; (ii) o número elevado de células a serem transduzidas, não obstante a expansão in vivo e (iii) o custo elevado da produção/purificação de vetores e transdução de linfócitos. Diante disso, propomos o desenvolvimento de um modelo de linfócito modificado mais eficaz, que aumente a eficiência de ativação e a vida efetora útil in vivo. Em nossa estratégia, linfócitos autólogos serão modificados geneticamente ex vivo para induzir a expressão de um receptor de antígenos quimérico, capaz de reconhecer uma proteína-alvo expressa na membrana das células de LLA e simultaneamente ativar os mecanismos citolíticos antitumorais dos linfócitos. As células reprogramadas serão estudadas em testes de função efetora in vitro e em modelos de LLA em animais imunodeficientes.

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