| Processo: | 15/07670-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética |
| Pesquisador responsável: | Alicia Juliana Kowaltowski |
| Beneficiário: | Bruno Chausse de Freitas |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Microglia Imunometabolismo Inflamação Metabolismo energético |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Imunometabolismo | Inflamação | Metabolismo energético | microglia | Imunometabolismo |
Resumo Micróglia são células do sistema imune inato residentes no sistema nervoso central (SNC). A ativação destas células para perfis pró-inflamatórios tem sido relacionada com doenças crônicas como o mal de Parkinson e a obesidade. Contudo, os mecanismos intracelulares que sustentam estes perfis de ativação não são totalmente compreendidos. Por isso, este projeto tem como objetivo avaliar a ligação mecanística entre vias metabólicas e redox moduladas durante a reprogramação metabólica que suporta a ativação microglial para perfis pró-inflamatórios induzidos por LPS (M1) ou pelo excesso de nutrientes, mimetizado pelo tratamento com ácidos graxos saturados. Resultados preliminares indicam que a perda de função mitocondrial, característica da ativação microglial induzida por LPS, ocorre de forma progressiva e que a ativação da produção citosólicas de oxidantes precede modificações no metabolismo oxidativo. Observou-se também que parte da resposta inflamatória é modulada de forma independente das alterações no metabolismo destas células. Além disso, resultados adicionais indicam que o perfil de ativação microglial induzido pelo excesso de nutrientes é distinto do induzido por LPS, apesar de ser comumente classificado como M1. Em paralelo à expressão de marcadores de perfis anti-inflamatórios, a ativação microglial induzida por ácidos graxos saturados é sustentada por uma reprogramação metabólica diferente da apresentada por micróglia ativada para o perfil M1. Para descrever a relação mecanística entre os fatores metabólicos e redox modulados durante a ativação microglial, as próximas fases experimentais incluem a avaliação do balanço oxidativo e das alterações de função e morfologia mitocondrial que sustentam a ativação microglial induzida por LPS e ácidos graxos saturados. | |
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