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Auto e Heteroadministração de morfina em ratos: diferenças gênicas e comportamentais

Processo: 14/25020-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Miriam Garcia Mijares
Beneficiário:William Eduardo Patarroyo Serna
Instituição-sede: Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):16/22210-5 - Respostas de busca e autoadministração de cocaína após treino em contingências operante e Pavloviana, BE.EP.DR
Assunto(s):Morfina   Drogas ilícitas   Dependência   Ratos   Autoadministração

Resumo

Estudos que reportam que a autoadministração repetida de drogas de abuso causam mudanças gênicas e comportamentais diferentes às causadas pela heteroadministração repetida da mesma droga têm sido chave para compreender o abuso de drogas. As pesquisas da área têm se focado nas mudanças produzidas por drogas como cocaína e anfetamina, não havendo dados sobre diferenças gênicas ou comportamentais entre auto e heteroadministração de morfina, uma droga com alto potencial de abuso e com mecanismo de ação diferente de estimulantes. Este projeto propõe dois experimentos para avaliar diferenças gênicas e comportamentais produzidas entre a autoadministração de morfina sob uma contingência operante, e a heteroadministração de morfina sob uma contingência Pavloviana, usando um modelo de administração de drogas acoplado em ratos. Os ratos serão distribuídos em três grupos: contingente (C), pavloviano (P) e veículo (V). No Experimento 1, cada sujeito do grupo C será exposto a sessões de autoadministração endovenosa de morfina (contingência operante). C receberá uma infusão de morfina sempre que apertar uma barra; simultaneamente, P e V acoplados a C receberão uma infusão de morfina ou veículo passivamente. Depois de estabelecida a autoadministração, será quantificada e comparada entre grupos a expressão do gene ””FosB em diferentes partes do cérebro (método imuno-histoquímico). O Experimento 2 terá três fases. Na Fase 1 será utilizado o mesmo procedimento do Experimento 1, porém cada infusão será acompanhada de um estímulo luminoso (S1). Na Fase 2, os grupos serão treinados a emitir uma cadeia de respostas (busca autoadministração de morfina), sem estarem acoplados. Na Fase 3 serão apresentadas tentativas discretas de S1 em condições de extinção. As respostas de busca e autoadministração de morfina serão registradas e comparadas entre grupos.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SERNA, William Eduardo Patarroyo. Administração de morfina e cocaína em contingências operantes e pavlovianas: diferenças gênicas e comportamentais em ratos. 2019. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Psicologia São Paulo.

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