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Avaliação da ausência de TLR4 no espalhamento da morte neuronal e na recuperação funcional após transecção da medula espinhal de camundongos

Processo: 15/25346-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Vera Paschon
Beneficiário:Natalia Dal Re Nogueira
Instituição-sede: Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Neurogenética   Traumatismos da medula espinal   Doenças neurodegenerativas   Neuroinflamação   Morte celular   Reação em cadeia da polimerase em tempo real   Imuno-histoquímica

Resumo

A lesão medular acomete muitas vítimas de acidentes automobilísticos, quedas e brigas com arma de fogo ou armas brancas, que podem ficar paraplégicos ou tetraplégicos sem chance de tratamento devido à baixa taxa de regeneração do sistema nervoso. Estudos indicam que a paraplegia ou tetraplegia, além de desabilitar a pessoa para caminhar com suas próprias pernas, aumenta as chances do paciente ter infecção do trato urinário, fraturas, tromboses, problemas cardiovasculares, tumores e até depressão. A inflamação ativada num segundo momento após o trauma pode contribuir com o agravamento do dano neural. Receptores do tipo Toll são capazes de reconhecer moléculas endógenas como ácidos nucleicos e proteínas sendo diretamente ligado ao espalhamento da morte celular neuronal em lesões ou doenças neurodegenerativas, embora o papel específico do receptor TLR4 ainda não seja totalmente conhecido em neurônios e células gliais. O objetivo deste projeto é avaliar o dano neuronal e a melhora funcional de camundongos submetidos à lesão medular por transecção na ausência deste gene (camundongos C3H/HeJ - TLR4-/-) em comparação com animais controles (C3H/HePas). As funções neurológicas e motoras serão testadas em campo aberto, rotarod, e análise de pegadas, 1, 7 e 14 dias após a lesão medular. Animais com 1, 7 e 14 dias após a lesão serão submetidos à eutanásia por meio de decapitação após anestesia e em seguida, um segmento da medula torácica será dissecado para experimentos moleculares como TUNEL, imuno-histoquímica e PCR em tempo real para avaliação da propagação da morte celular secundária à lesão e descrição funcional de receptores do tipo Toll.