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Impacto da expressão da co-chaperona STIP1 na aquisição de pluripotência induzida por Oct4 em fibroblastos murinos

Processo: 16/00440-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 08 de agosto de 2016
Vigência (Término): 07 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Marilene Hohmuth Lopes
Beneficiário:Marilene Hohmuth Lopes
Anfitrião: Marco Antonio Maximo Prado
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Western University , Canadá  
Assunto(s):Células-tronco   Células-tronco pluripotentes   Proteínas de choque térmico HSP90   Fibroblastos

Resumo

Células pluripotentes tem o potencial de se diferenciar em todos os tipos celulares de um organismo. Este estado celular único é governado por uma rede de fatores de transcrição interconectados sendo Oct4 um fator central na manutenção e indução da pluripotência. Evidências apontam o envolvimento da maquinaria de proteostase regulada pela co-chaperona STIP1 (Stress Inducible Phosphoprotein 1) e seus ligantes, Hsp70 e Hsp90, na embriogênese e na manutenção da pluripotência de células-tronco embrionárias. Dados do nosso grupo apontam que o silenciamento de STIP1 afeta a manutenção do estado pluripotente de células-tronco embrionárias com a redução da expressão proteica de múltiplos fatores de transcrição, incluindo Oct4, Sox2, Nanog e STAT3. Interessantemente, dados da literatura mostram que Hsp90 é capaz de manter os níveis de fatores de pluripotência estáveis, particularmente de Oct4. De fato, um estudo aprofundado do papel de STIP1 e seus parceiros na regulação e manutenção da pluripotência de células-tronco é fundamental para a compreensão dos mecanismos básicos do controle da pluripotência de células-tronco. Assim, o principal objetivo desta proposta é avaliar o papel de STIP1 na regulação da expressão de Oct4 em fibroblastos murinos derivados de animais geneticamente modificados expressando diferentes níveis de STIP1 (níveis normais, haploinsuficiente e que superexpressa STIP1) e uma isoforma truncada (sem o domínio TPR1 de ligação a HSP70), e consequentemente avaliar seu envolvimento na indução do estado pluripotente. Portanto, dissecar a base molecular da pluripotência de células-tronco é fundamental para compreender a biologia de células-tronco, o desenvolvimento embrionário inicial e para aplicação clínica em medicina regenerativa. (AU)

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