| Processo: | 16/03632-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos |
| Pesquisador responsável: | Sérgio de Albuquerque |
| Beneficiário: | Maiara Voltarelli Providello |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Doença de Chagas Vitamina B12 Melatonina Antioxidantes Vitamina C |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antioxidantes | Doença de Chagas | melatonina | vitamina B12 | vitamina C | Avaliação biológica de compostos químicos |
Resumo A doença de Chagas acomete aproximadamente 7 milhões de pessoas em todo o mundo, fazendo parte do grupo de Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN). A patologia tem caráter endêmico na América Latina, tendo como agente etiológico o protozoário Trypanosoma cruzi e sua transmissão ocorre majoritariamente através de um inseto vetor, o triatomíneo. Grande é o número de pesquisas envolvendo esta tripanossomíase e a maior adversidade encontrada pelos pesquisadores da área é encontrar alternativas terapêuticas para o tratamento da doença, uma vez que os fármacos existentes apresentam eficácia limitada na fase crônica e trazem inúmeros efeitos tóxicos, relacionados principalmente ao estresse oxidativo que é gerado devido ao princípio ativo das drogas, além de ser parte natural de um processo infeccioso. Estudos usando antioxidantes na terapia da doença vêm sendo conduzidos e os resultados apresentados são promissores. Neste projeto serão usados a melatonina, o ácido ascórbico e a cianocobalamina, substâncias cuja ação antioxidante já foi amplamente estudada, isoladas e associadas ao tratamento com o benzonidazol a fim de verificar seu potencial terapêutico. Para isso serão realizados ensaios biológicos in vitro sobre as formas amastigotas do Trypanosoma cruzi, utilizando células de linhagem LLCMK2 e protocolos in vivo, realizados na fase aguda da infecção utilizando como modelo experimental camundongos. Os parâmetros avaliados serão o avanço da infecção nos ensaios in vivo, o desenvolvimento das formas amastigotas nos testes in vitro, bem como a citotoxicidade das substâncias avaliadas. A parasitemia nos animais será determinada e o parasitismo será avaliado por meio de qPCR. Além disso, ensaios que indiquem a concentração de espécies reativas de oxigênio poderão ser realizados complementarmente para confirmação do efeito terapêutico. | |
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