| Processo: | 16/04270-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Cendes |
| Beneficiário: | Alfredo Damasceno |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Esclerose múltipla Ressonância magnética Neurologia Cognição |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade de doença | Atrofia Cerebral | cognição | Esclerose Múltipla | Ressonância Magnética | Neurologia |
Resumo A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória e desmielinizante do sistema nervoso centralque implica em um impacto econômico bastante significativo para o estado, tanto pelos custos diretos como indiretos. O tratamento disponível para a doença tem evoluído rapidamente na ultima década, incorporando novas drogas que propõem maior eficácia em relação às terapias modificadoras de doença (TMD) inicialmente aprovadas. Entretanto, o progresso terapêutico também trouxe novas expectativas e alvos de tratamento. Durante muito tempo, a avaliação de eficácia das TMDs se baseou principalmente na redução da taxa anualizada de surtos e na progressão de incapacidade, mas estes desfechos têm sido considerados cada vez mais impraticáveis para um estudo clinico no cenário atual. Com isso, recentemente surgiu o conceito de ausência de atividade de doença (no evidence of disease activity - NEDA) como uma importante medida para desfecho clinico, mas apesar de parecer promissor, sua utilidade prognostica ainda precisa ser estabelecida. Além disso, este conceito não inclui avaliação de função cognitiva e atrofia cerebral e, por este motivo, alguns pesquisadores sugerem a incorporação destas medidas no conceito de NEDA. Entretanto, ainda não se sabe se é mesmo relevante e viável adicionar mais variáveis ao conceito NEDA, nem se isto terá um impacto significativo no futuro. Portanto, estamos num momento onde, apesar de fundamental, não temos uma medida simples e robusta para avaliar desfecho clinico na EM. Dessa maneira, é nosso objetivo avaliar o conceito NEDA em uma coorte de pelo menos 40 pacientes com EM após seis anos de acompanhamento e sua relação com atrofia cerebral e disfunção cognitiva. | |
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