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Avaliação da estabilidade da vitamina D3 encapsulada utilizando a microespectroscopia Raman

Processo: 18/04115-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos
Pesquisador responsável:Milena Martelli Tosi
Beneficiário:Rafaella Do Prado Ferreira
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Microencapsulação   Biomateriais   Colecalciferol   Quitosana   Caracterização estrutural   Espectroscopia Raman   Cromatografia líquida de alta eficiência   Análise multivariada   Modelos de regressão

Resumo

Atualmente, a dosagem de vitamina D3 é realizada principalmente via extração e análise em cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). A microespectroscopia Raman consiste em uma técnica promissora para avaliar a estabilidade deste composto ativo ao longo do tempo sem preparo de amostra. Assim, os objetivos deste estudo de iniciação científica serão: (I) avaliar o potencial da microespectrosocpia Raman em distinguir e quantificar a vitamina D3 em matrizes de quitosana/vitamina D3 e, (II) avaliar a estabilidade desta vitamina encapsulada em micropartículas de quitosana - tripolifosfato de sódio (TPP) por gelatinização ionotrópica. Primeiramente, serão preparadas suspensões de quitosana (2 mg.mL-1) com diferentes concentrações de vitamina D3: 10, 25, 50, 100 e 200 mg.mL-1. Será realizada a dosagem de vitamina pelo método convencional (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência - CLAE) e serão aqueridos espectros Raman nas pastilhas de amostras liofilizadas. A fim de construir um modelo de regressão PLS (Partial Least Squares Classication), os dados espectrais serão analisados por análise multivariada com auxílio dos softwares MATLAB e PLS Toolbox. Em seguida, serão produzidas microcápsulas de vitamina D3, quitosana e tripolifosfato por gelatinização ionotrópica. As suspensões serão também liofilizadas e analisadas por CLAE e Raman de 7 em 7 dias por 2 meses. Este projeto está vinculado ao Auxílio Regular à Pesquisa processo n. 2016/18788-1.