| Processo: | 17/19105-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia |
| Pesquisador responsável: | Carlos Amilcar Parada |
| Beneficiário: | Júlia Borges Paes Lemes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/15255-0 - Canais Panexina 1 e sinalização de ATP em mecanismos de sensibilização na dor periférica, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Dor Trifosfato de adenosina Gânglios espinais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atp | Células Satélites | Dor | Gânglio da raiz dorsal | Panx1 | Dor e inflamação |
Resumo O ATP (adenosina trifosfato), inicialmente conhecido como uma fonte de energia intracelular, exerce importante papel na comunicação intercelular em condições fisiológicas e patológicas. Essa molécula parece ser importante no desenvolvimento da hiperalgesia inflamatória no sistema nervoso periférico sendo considerado como um importante mediador na comunicação entre neurônios aferentes primários e células satélites, nos gânglios sensoriais. O ATP pode ser liberado pelo corpo de neurônios sensoriais do gânglio da raiz dorsal (GRD), sendo estocados em vesículas lisossomais e posteriormente liberados por exocitose. Outra forma de liberação do ATP é pelos canais de membrana denominados Panexinas (panx). Pesquisa recente mostra que panexina1 (panx1) está presente em neurônios e células satélites do GRD e que este canal é importante no desenvolvimento da dor neuropática. Resultados anteriores do grupo sugerem que o ATP liberado no GRD atua em receptores P2X7 em células satélites gliais e que estas células participam do processamento da dor inflamatória. Embora no sistema nervoso central tenha sido observada uma relação entre o receptor purinérgico P2X7 e panx1, ainda não existem dados sobre esta relação no GRD. Considerando que a liberação de ATP no DRG pode ser um mecanismo no desenvolvimento da hiperalgesia inflamatória, o objetivo deste projeto é estudar os mecanismos envolvidos na liberação de ATP no GRD durante o desenvolvimento da hiperalgesia induzida por carragenina e na nocicepção induzida por capsaicina no tecido periférico de ratos. Considerando a importância dos mecanismos envolvendo ATP na comunicação entre neurônios nociceptivos primários e células satélites do DRG, este estudo poderá fornecer subsídios para o estabelecimento de novos alvos farmacológicos no controle da dor inflamatória. | |
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