| Processo: | 19/00066-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Haydée Fiszbein Wertzner |
| Beneficiário: | Carolina Kuntz Ayub |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/19175-6 - Intervenção no transtorno dos sons da fala: estudo randomizado comparando duas abordagens terapêuticas, AP.R |
| Assunto(s): | Crianças Avaliação Transtorno fonológico Fonoterapia Medida da produção da fala |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | avaliação | criança | Fonoaudiologia | Fonoterapia | Medida da produção da fala | Transtorno fonológico | Fala e Linguagem |
Resumo Demonstrar a eficácia, eficiência e efetividade da intervenção no transtorno dos sons da fala (TSF) ou transtorno fonológico tem sido um desafio para os pesquisadores da área. Tal fato decorre de vários aspectos envolvidos na intervenção. Alguns dos mais citados na literatura são: frequência, duração, e tempo total de intervenção; tipo de intervenção (direcionada pela criança ou pelo terapeuta); em grupo ou individual; critérios de seleção de alvo; número de vezes que um alvo é abordado na sessão e abordagem de intervenção. Em nossa prática clínica no Laboratório de Investigação Fonoaudiológica em Fonologia, do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, temos aplicado duas abordagens de intervenção: o modelo de ciclos adaptado e o programa de estimulação fonológica. As duas privilegiam a inter-relação entre percepção, produção motora e cognitivo-linguístico. Com este projeto, pretende-se indicar qual a abordagem terapêutica e em que frequência e intensidade de tratamento há o maior benefício para as crianças com TSF de forma a minimizar os efeitos posteriores, além de poder demonstrar ao fonoaudiólogo que o uso de biofeedback pode ser utilizado na intervenção fonoaudiológica para auxiliar a criança na produção de sons da fala que envolvem movimentos mais complexos e que exigem maior precisão articulatória. O objetivo principal do estudo é comparar as duas abordagens citadas em um estudo randomizado, controlando a frequência das sessões. Participarão do estudo 40 crianças com TSF diagnosticados no Laboratório de Fonologia com idade entre 5:00 e 8:11 anos. As crianças do estudo serão alocadas randomicamente em quatro grupos, com oito crianças cada um. O quinto grupo será constituído por crianças que tenham dificuldade em se adequar ao cronograma das sessões e servirá de grupo controle. O estudo será cego, pois a terapeuta desconhece as variáveis estudadas. | |
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