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Efeitos do exercício físico regular e do overtraining no comportamento da via autofágica em diferentes tecidos de camundongos

Processo: 19/10875-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Adelino Sanchez Ramos da Silva
Beneficiário:Bruno Brieda Marafon
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/09038-1 - Efeitos do exercício físico regular e do overtraining no comportamento da via autofágica em diferentes tecidos de camundongos, AP.R
Assunto(s):Exercício físico   Overtraining   Autofagia   Fígado   Coração   Proteínas quinases ativadas por AMP   Modelos animais

Resumo

O desequilíbrio entre o excesso de treinamento e períodos inadequados de recuperação está associado com a diminuição de desempenho e com os estados de overreaching funcional (FOR), overreaching não funcional (NFOR) e/ou síndrome do overtraining (OTS). Camundongos submetidos a um protocolo de overtraining (OT) baseado em sessões crônicas de exercício excêntrico (OTR/down) apresentaram ativação hepática da via do mTORC1 e aumento da AMPK (Thr172). No tecido cardíaco, ocorreu menor fosforilação da mTOR (Ser2448) e AMPK (Thr172). Já no músculo EDL, houve inibição da via do mTORC1 sem alterações significativas da AMPK (Thr172). Sabendo que a via da AMPK e da mTOR estão relacionadas respectivamente com a ativação e inibição autofágica, o principal objetivo do presente projeto de pesquisa será comparar as respostas das proteínas da via autofágica no fígado, coração e EDL após o protocolo de OTR/down com outros três protocolos de exercício físico, um aeróbio (grupo AER) com ativação predominante da via da AMPK, um de força (grupo FO) com ativação predominante da via da mTOR e o outro concorrente (grupo CR). Os camundongos serão divididos em 8 grupos experimentais e o projeto será conduzido em duas etapas. As metodologias empregadas nesse projeto serão: immunoblotting, reação de cadeia de polimerase em tempo real (qPCR), histologia, imunohistoquímica, imunofluorescência, análise de bioinformática e análise do fluxo autofágico. De acordo com a distribuição estatística dos dados, serão utilizados testes paramétricos ou não paramétricos para a comparação dos parâmetros estudados entre os grupos experimentais. Será adotado o nível de significância de pd0.05