| Processo: | 19/26444-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Márcia Regina Cominetti |
| Beneficiário: | Maria Patrícia Oliveira Monteiro e Pereira de Almeida |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Peptídeos beta-amiloides Proteínas tau Membrana plasmática Geriatria Biomarcadores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adam10 | Biomarcador | Doença de Alzheimer | Membrana plasmática | Gerontologia |
Resumo A Doença de Alzheimer (DA) é o tipo de demência com maior incidência em nível mundial e também no Brasil, tendo como principal característica patogênica o acúmulo e agregação do peptídeo beta amiloide (bA) no cérebro, além de outros marcos patológicos, como a hiperfosforilação da proteína Tau. As duas moléculas em excesso ou com estruturas alteradas formam as placas senis extracelulares e os emaranhados neurofibrilares intracelulares, respectivamente. A ADAM10 (do Inglês A disintegrin and Metalloproteinase) é de grande importância para os processos celulares, como por exemplo, comunicação e sinalização celular, bem como na transmissão de sinais entre os neurônios. Esta proteína possui vários domínios, os quais são responsáveis por sua atividade e localização na membrana neuronal, por exemplo. Alguns trabalhos da literatura reportam que a ADAM10, quando inserida na membrana, é responsável pela clivagem da APP (proteína precursora do amiloide), evitando a formação do bA pela via não amiloidogênica de clivagem e sendo, portanto, alvo de muitos estudos. Assim, a forma ativa estaria ancorada às membranas, como por exemplo, nas plaquetas e células neuronais. Neste sentido, este projeto tem como objetivo avaliar a atividade da ADAM10 em diferentes frações celulares, como membrana celular e citoplasma, para comprovar essa hipótese. Os resultados deste estudo poderão auxiliar no melhor entendimento da fisiologia da ADAM10 e sua função como biomarcadora da DA. (AU) | |
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