| Processo: | 20/06734-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza |
| Acordo de Cooperação: | Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO) |
| Pesquisador responsável: | Pedro Henrique Santin Brancalion |
| Beneficiário: | Catherine Torres de Almeida |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/18416-2 - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza - NewFor, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Restauração florestal Florestas tropicais Sensoriamento remoto Variabilidade espacial Uso do solo Mata Atlântica São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | florestas tropicais | restauração florestal | Sensoriamento Remoto | Restauração Florestal |
Resumo Avanços recentes que descrevem padrões espaciais de regeneração de florestas tropicais incluem a influência da estrutura da paisagem entre os principais fatores de recuperação da floresta. Esses avanços foram alcançados através da avaliação da frequência relativa de condições sob as quais as florestas naturais ocorreram em áreas previamente classificadas como campos antropogênicos. No entanto, existem evidências sólidas que descrevem o segundo crescimento como um processo gradual, que engloba a sucessão de comunidades vegetais transitórias. As políticas de conservação desenvolvidas para a Mata Atlântica Brasileira (BAF) consideram um modelo razoavelmente consensual com quatro estágios de recuperação. Entre eles, são esperadas três transições, e cada transição pode apresentar respostas específicas relacionadas ao contexto da paisagem. Aqui, nosso objetivo é investigar a variabilidade espacial da probabilidade de transição entre estágios sucessionais no BAF e suas relações com o contexto do uso da terra. Nesse sentido, o BAF em regeneração será mapeado no Estado de São Paulo e classificado para o estágio sucessional nos dois extremos de uma década. A comparação entre esses períodos permitirá avaliar como as probabilidades de transição variam dentro de nossa área de estudo. Espera-se que os resultados permitam quantificar as porções de BAF em cada estágio de regeneração para diferentes cenários e fornecer recomendações de gerenciamento que estejam cientes dos estágios sucessionais e do contexto de uso da terra. Acreditamos que as conclusões deste estudo focadas no BAF do Estado de São Paulo serão transferíveis para o manejo de novas florestas tropicais em outros lugares. (AU) | |
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