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Caracterização do gene phoP (XAC4023) de Xanthomonas citri subsp. citri e sua relação com a divisão celular

Processo: 20/02340-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Henrique Ferreira
Beneficiário:Hayen Alonso
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Fitopatologia   Citricultura   Cancro (doença de planta)   Divisão celular   Transdução de sinais   Xanthomonas citri   Caracterização estrutural

Resumo

Segundo dados do IBGE, o estado de São Paulo e o maior produtor mundial de laranjas doce, sendo a maior parte da produção destinada a fabricação de suco. O cancro cítrico e uma das doenças bacterianas mais preocupantes para a citricultura no Brasil. A forma de cancro mais disseminada e severa, o cancro cítrico tipo A, e causada pela bactéria Xanthomonas citri subsp. citri (X. citri). A caracterização de genes ainda não ou pouco estudados em X. citri e importante para a avaliação do potencial de novos compostos para controle do cancro cítrico. O sistema de dois componentes (TCS) PhoP-PhoQ, representa um sistema tipico de transdução de sinal. PhoQ e uma histidina quinase (HK) ligada a membrana interna. Após detectar sinais ambientais, o PhoQ ativa a transferência de um grupo fosfato para PhoP, regulador de resposta citosolico (RR), que tem a função de ativar ou inibir a transcrição de genes. O TCS PhoP-PhoQ regula a virulência de inúmeras bactérias patogênicas, especialmente aquelas pertencentes ao táxon Proteobacteria. Experimentos preliminares do nosso grupo de pesquisa, evidenciaram que a deleção do gene phop em X. citri 306 causou a filamentação celular, sugerindo que este gene pode estar relacionado direta ou indiretamente com processos de divisão celular e/ou segregação cromossômica. Sendo assim, um dos objetivos deste trabalho e estudar a localização sub-celular da proteína GFP-ZapA na estirpe mutante phop e desta forma verificar se a formação do anel está anômala. Além disso, pretende-se realizar a complementação de phoP, com o objetivo de verificar seu papel direto no fenótipo alterado. Finalmente, avaliaremos a morfologia celular do mutante, a distribuição dos nucleoides (coloração DAPI), perfil de crescimento em cultura, mobilidade, formação de biofilme e patogenicidade e comparar com os perfis observados nestes quesitos para o isolado selvagem.

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