| Processo: | 20/02615-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 23 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Hélio Zangrossi Júnior |
| Beneficiário: | Cristian Setubal Bernabé |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transtorno de pânico Núcleo dorsal da rafe Substância cinzenta periaquedutal Optogenética Dióxido de carbono Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Co2 | Núcleo dorsal da rafe | optogenética | Pânico | serotonina | Substância cinzenta periaquedutal dorsal | Transtorno de pânico - pesquisa pré-clínica. |
Resumo O Transtorno do Pânico (TP) é caracterizado pela ocorrência de Ataques repetidos e inespera-dos de Pânico (AP), os quais incluem medo intenso, sensação de sufocamento e perturbações cardiovasculares como seus principais sintomas. Vários trabalhos clínicos e experimentais indicam que a Substância Cinzenta Periaquedutal Dorsal (SCPD) esteja implicada na fisiopatologia do TP. Estudos em roedores mostram ainda que a facilitação da neurotransmissão serotonérgica na SCPD inibe a expressão de comportamentos defensivos associados ao pânico, como a fuga. Algumas evidências sugerem que as asas laterais do Núcleo Dorsal da Rafe (alNDR) é a principal fonte de inervação serotonérgica para SCPD. Uma das hipóteses é de que a disfunção nesta via favoreça a ocorrência de AP. Por outro lado, dados clínicos sustentam uma segunda hipótese para explicar a fisiopatologia do TP, sugerindo que os APs sejam disparos errôneos de um sistema de alarme de sufocamento. Entretanto, evidências pré-clínicas são mais escassas e menos contundentes acerca das bases neurais subjacentes a esta teoria. Diante disso, a proposta deste projeto visa investigar o envolvimento das alNDR e da SCPD na mediação da resposta de fuga desencadeada pela exposição de camundongos a altas concentrações de CO2. Este projeto utilizará tecnologias de ponta, como optogenética, genética interseccional e lesões específicas para manipular seletivamente os neurônios serotonérgicos das alNDR que se projetam para a SCPD e verificar seu papel modulatório no comportamento de fuga induzido pelo desafio respiratório com CO2. Também será utilizado o marcador monossináptico do vírus da raiva, tanto para identificação anatômica, quanto para investigação funcional de vias específicas que modulam o circuito alNDR-SCPD, uma abordagem inédita no Brasil. (AU) | |
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