| Processo: | 20/08655-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2023 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Produção - Engenharia do Produto |
| Pesquisador responsável: | Adalberto Pessoa Junior |
| Beneficiário: | Cassamo Ussemane Mussagy |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/12778-2 - Intensificação de bioprocessos: uma tecnologia não convencional para a extração de astaxantina da biomassa de leveduras, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Bioprocessos Astaxantina Antioxidantes Extração líquido-líquido Purificação Economia circular Sustentabilidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antioxidante | astaxantina | economia circular | Extração | Phaffia rhodozyma | purificação | Bioprocessos |
Resumo A utilização de fungos para a obtenção de diversos subprodutos vem ganhando cada vez mais importância na atualidade, especialmente devido à sua grande diversidade e por ser uma fonte natural de ampla variedade de carotenoides, proteínas, lipídios entre outros, com diversas aplicações nas indústrias alimentares, nutricionais, cosméticas, farmacêuticas e de combustíveis. A astaxantina, é um poderoso antioxidante de alto interesse comercial pertencente aos carotenoides da classe das xantofilas; produzida pela levedura Phaffia rhodozyma que vem despertando grande interesse industrial devido à sua capacidade antioxidante (cerca de 10 vezes mais eficaz que o ²- caroteno) e possível papel na redução de risco de algumas doenças crônicas como: doenças cardiovasculares, degeneração macular e vários tipos de câncer. Assim, em função do crescente mercado mundial e do elevado custo da astaxantina produzida sinteticamente, há interesse na obtenção deste carotenoide por via biotecnológica. No entanto, para a aquisição deste carotenoide por esta via, a etapa de downstream geralmente é muito complexa e vários desafios devem ser superados, como a melhoria nos processos extrativos, uso de solventes menos custosos, biocompatíveis e recicláveis para a extração, como também o uso de técnicas de purificação mais eficientes e de baixo custo. Desta forma, em nossa proposta científica pretendemos analisar a viabilidade técnico-científica de um sistema integrado para a extração e purificação da astaxantina usando combinações de métodos físicos e/ou químicos com solventes verdes obtidos de fontes renováveis (biossolventes, líquidos iônicos e solventes eutéticos profundos) para o desenvolvimento de uma plataforma sustentável, menos custosa, biocompatível e que integra os princípios básicos de uma economia circular. (AU) | |
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