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Imunoterapia ativa baseada em células dendríticas consorciada à quimioterapia no tratamento de tumores em estágio avançado associados ao HPV-16

Processo: 21/03326-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2022
Vigência (Término): 31 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luis Carlos de Souza Ferreira
Beneficiário:Karine Bitencourt Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias do colo uterino   Infecções por Papillomavirus   Imunoterapia   Quimioterapia   Vacinas

Resumo

O câncer cervical se destaca devido à alta taxa de mortalidade no mundo. Apesar dos tratamentos disponíveis, o câncer cervical ainda é considerado um problema de saúde pública e novas abordagens terapêuticas se fazem necessárias. O objetivo deste projeto consiste na avaliação de um tratamento composto pela imunoterapia baseada em células dendríticas diferenciadas de medula óssea (BMDCs) ativadas in vitro pela proteína recombinante gDE7, em consórcio com agentes quimioterápicos comumente utilizados na clínica, como a cisplatina, contra tumores associados ao HPV-16 em estágio avançado de desenvolvimento. Esta estratégia tem como objetivo aumentar a proteção antitumoral terapêutica e potencializar as interações celulares necessárias para induzir uma resposta imunológica efetora específica. A proteína usada para ativação das BMDCs refere-se à fusão da glicoproteína D do vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1) à oncoproteína E7 do HPV-16 (gDE7). Para alcançar o objeto proposto, utilizaremos o modelo baseado em células tumorais TC-1, implantadas no compartimento subcutâneo ou em mucosas de camundongos C57BL/6. Avaliaremos o efeito de diferentes doses da imunoterapia baseada em BMDCs em associação ao quimioterápico cisplatina. Uma vez estabelecida as condições ideais de imunização, serão avaliados os seguintes parâmetros: o potencial imunoterapêutico do tratamento combinado; a ativação de linfócitos antígeno-específicos, tanto no microambiente tumoral como de forma sistêmica; o efeito do tratamento na imunossupressão mediada pelo tumor; a geração de resposta de memória imunológica e a toxicidade do tratamento. Esperamos gerar dados que contribuam para o estabelecimento de um tratamento eficaz baseado na combinação de imunoterapia ativa (BMDCs) consorciada a metodologias convencionais (quimioterapia) e que pode ser facilmente aplicado em condições clínicas.

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