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Suplementação de vitamina A na fase de cria e restrição na fase de terminação: perfil de ácidos graxos em bovinos F1 Angus-Nelore

Processo: 22/00310-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 28 de junho de 2022
Vigência (Término): 03 de outubro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal
Pesquisador responsável:Otávio Rodrigues Machado Neto
Beneficiário:Richard Vaquero Ribeiro
Supervisor no Exterior: Reinaldo Fernandes Cooke
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa: Texas A&M University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:21/06076-5 - Suplementação de vitamina A na fase de cria e restrição na fase de terminação: qualidade de carne e expressão de genes lipogênicos em bovinos F1 Angus-Nelore, BP.IC
Assunto(s):Nutrição animal   Vitamina A   Ácidos graxos   Metabolismo dos lipídeos   Qualidade da carne   Bovinos   Gado Aberdeen-Angus   Gado Nelore

Resumo

O objetivo deste estudo é avaliar o efeito da suplementação de Vitamina A durante a fase de recria e restrição durante a fase de terminação sobre o perfil de ácidos graxos da carne de bovinos F1 Angus-Nelore. Este nutriente pode causar alterações no perfil de ácidos graxos na carne bovina. O perfil de ácidos graxos da carne bovina pode afetar a qualidade do produto e a saúde do consumidor. Os animais utilizados nesta proposta serão os mesmos do projeto 2021/06076-5. Assim, foram utilizados 69 bovinos F1 Angus-Nelore machos, não castrados, meio-irmãos, mantidos a partir dos 20 dias de idade até o desmame sob três tratamentos (n = 23/tratamento): grupo 1 (G1, controle), sem creep feeding e sem suplementação de vitamina A; grupo 2 (G2) - creep feeding + suplementação convencional de vitamina A; G3 - creep feeding + suplementação enriquecida com vitamina A (63.000 UI/kg de MS). Os animais foram desmamados aos 210 dias e, subsequentemente, confinados por 160 dias em baias coletivas, recebendo dieta contendo 12,6% de volumoso e 87,4% de concentrado a base de milho. Durante a fase de confinamento, os animais dos grupos G1 e G2 receberam dieta com núcleo contendo níveis convencionais de vitamina A (3174 UI); já os animais do grupo G3 receberam dieta com núcleo de baixa concentração de vitamina A (1174 UI). No abate foram coletadas alíquotas do músculo longissimus thoracis (LT) da meia carcaça quente e, na desossa, amostras do LT entre as 12ª e 13ª costelas. Com as amostras de músculo LT pode-se determinar o perfil de ácidos graxos. (AU)

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