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Produção crônica de IFN-I na Anemia Falciforme: fonte celular, mecanismos de indução e consequências patológicas

Processo: 24/00836-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2024
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2026
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Renata Sesti Costa
Beneficiário:Izabela Felice Paes
Instituição Sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/09704-7 - Células dendríticas na Anemia Falciforme: mecanismos moleculares envolvidos na regulação da inflamação e da resposta imune adaptativa, AP.JP
Assunto(s):Hematologia   Anemia falciforme   Interferon-alfa
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:dendritic cell | Ifn-I | Sickle Cell Disease | Hematologia

Resumo

A anemia falciforme (AF) é uma das hemoglobinopatias mais comuns ao redor do mundo. Pacientes acometidos por AF apresentam uma qualidade de vida reduzida devido às complicações decorrentes da mudança na forma e nas propriedades físicas dos eritrócitos. Essas complicações consistem em anemia hemolítica crônica, crises de dor, disfunção de órgãos, susceptibilidade a infecções, entre outros. A AF pode ser considerada uma doença inflamatória crônica, com a liberação sistêmica de citocinas pró-inflamatórias como TNF-a, IL-6 e IL-8. Sabe-se, ainda, que os genes induzidos por IFN-I estão entre os genes mais expressos em PBMCs de pacientes com AF, porém não há nenhum relato sobre o papel do IFN-I ou das DCs plasmocitóides, principais produtoras dessas citocinas, na patologia da doença. No presente trabalho, pretendemos desvendar a fonte celular de IFN-I e os mecanismos que o induzem. Além disso, faremos o cruzamento dos camundongos falciformes com os deficientes do receptor de IFN-I para investigar as consequências da produção crônica de IFN-I na patologia da doença falciforme, na predisposição a doença autoimune, bem como na resposta à infecção viral. Esperamos que os dados nos revelem mais informações acerca do estabelecimento do estado inflamatório crônico e da disfunção imune apresentada pelos pacientes com AF e que exponham novos alvos terapêuticos para regulação específica da patologia. (AU)

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