| Processo: | 24/06556-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | João Paulo Gabriel Camporez |
| Beneficiário: | Felipe Nunes de Camargo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Autofagia Fígado gorduroso Estradiol Resistência à insulina Metabolismo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autofagia | Esteatose Hepática | estradiol | resistência a insulina | Metabolismo |
Resumo O consumo de dieta rica em gorduras contribui amplamente para o desenvolvimento da síndrome metabólica, que incluí, dislipidemia aterogênica pressão arterial elevada, doenças cardiovasculares e diabetes mellitus do tipo 2, sendo que, geralmente o fator central dessa síndrome é o desenvolvimento da resistência à insulina associado a obesidade. É possível observar que essas complicações metabólicas são menos prevalentes em mulheres jovens do que em homens na mesma idade ou mulheres na pós-menopausa. Diversos mecanismos são atualmente considerados como causadores da resistência à insulina, como metabolismo anormal de lipídios, acúmulo ectópico do mesmo, disfunção mitocondrial, além de inflamação e estresse de retículo endoplasmático. Além disso, outra complicação associada a doenças metabólicas é a Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica. Nas últimas décadas, estudos clínicos e experimentais revelaram que o estradiol (mais potente estrogênio) contribui enormemente para a homeostase glicêmica, provavelmente via a isoforma alfa de seu receptor. De fato, a redução da concentração de estrogênio durante a menopausa é associada com o aumento de gordura visceral e, por sua vez, doenças metabólicas como resistência à insulina, diabetes e doenças cardiovasculares. O mesmo fenótipo é observado em roedores fêmeas que passam por ovariectomia, tendo esse fenótipo revertido após o tratamento hormonal com estradiol. Além do estradiol, outro fator que tem sido demonstrado impactar o metabolismo é a autofagia, que é um processo de reciclagem do conteúdo celular citoplasmático, conservado ao longo da evolução e presente em diversos sistemas, possuindo como principal função a manutenção da homeostase, por meio da degradação de componentes celulares - como proteínas, lipídios, organelas, glicogênio, entre outros - o que promove a conservação da "qualidade" do conteúdo celular. Especificamente no fígado, a desregulação do processo autofágico leva ao acúmulo de triglicérides hepáticos e o desenvolvimento de um quadro de esteatose, o que geralmente está associado a resistência à insulina. Sendo o fígado um órgão central no controle da homeostase metabólica, o objetivo geral desse projeto é estudar (in vivo) a função do receptor de estrogênio alpha (ER±) sobre o metabolismo hepático utilizando animais com deleção do ER± especificamente no fígado (sistema Cre-Lox). | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |