| Processo: | 07/57730-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Rossana Pulcineli Vieira Francisco |
| Beneficiário: | Andreza Cadima Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Intolerância a glicose Diabetes gestacional Fatores de risco |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diabetes | Diabetes Gestacional | Fatores De Risco | Intolerancia A Glicose |
Resumo A gestação pode ser considerada estado diabetogênico em virtude do desenvolvimento de resistência à insulina e hiperinsulinemia compensatória que ocorrem a partir da 24º-28º semana. Caso não ocorra esse mecanismo compensatório desenvolver-se-á o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é definido como qualquer grau de intolerância a glicose diagnosticado durante a gestação. Considera-se que até 22% das pacientes que apresentaram diabetes gestacional continuarão com algum grau de intolerância à glicose quando avaliadas seis semanas após o parto. Em 2006 foi publicado estudo cujo objetivo era determinar quais fatores poderiam ser considerados predisponentes para o desenvolvimento de diabetes tipo 11 em pacientes que tiveram Diabetes gestacional. Vinte e cinco das 130 pacientes continuaram diabéticas após o parto e o risco acumulativo nos oito anos após o parto, considerando toda a amostra, foi de 52,7%. São considerados fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes pós-parto: detecção da DMG antes da 24 semana de gestação, necessidade de administração de insulina durante a gestação, índice de massa corpórea (IMC), idade materna no parto e anticorpos anti-ilhotas pancreáticas. Assim, esse estudo terá os objetivos avaliara prevalência de intolerância à glicose no pós-parto e identificar fatores de risco para essa intercorrência médica. As pacientes serão avaliadas de acordo com a presença dos seguintes critérios: detecção da DMG antes da 24º semana de gestação, necessidade de administração de insulina durante a gestação, índice de massa corpórea (IMC), idade materna no parto, antecedente familiar de DM II, resultado do exame GTT de 75g após parto e resultado da quantificação da Hb glicada. Todas as variáveis citadas serão submetidas a estudos comparativos univariados e caso possível a análise multivariada. Pensando na importância do diagnóstico precoce da intolerância à glicose e do diabetes tipo II e nos inúmeros riscos e comorbidades a que as pacientes estariam sujeitas o presente estudo tem por objetivo verificar a prevalência de intolerância a carboidratos desenvolvida 60 dias após o parto em 350 pacientes que tiveram diagnóstico de DG acompanhadas pelo Ambulatório de Diabetes Gestacional da Clínica Obstétrica do HCFMUSP e os fatores de risco para essa intercorrência médica. (AU) | |
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