| Processo: | 08/03177-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Francisco Silveira Guimaraes |
| Beneficiário: | Daniele Cristina de Aguiar |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/03685-3 - Neurotransmissores típicos e atípicos em transtornos neuropsiquiátricos, AP.TEM |
| Assunto(s): | Ratos Glutamatos Óxido nítrico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | glutamato | Oxido Nitrico | Ratos | Reações defensivas | receptores TRPV1 | Substância cinzenta periaquedutal dorsolateral | Reações defensivas |
Resumo Diversas evidências indicam que o glutamato e o óxido nítrico facilitam reações de defesa mediadas pela substância cinzenta periaquedutal dorsolateral (SCPdl). Além disso, vários outros sistemas de neurotransmissão presentes nesta região poderiam modular estas reações. Um deles poderia ser o dos endovanilóides. A ativação de receptores vanilóides do tipo 1 (TRPV1) favorece a transmissão sináptica glutamatérgica na SCPdl, mas seu papel na elaboração de respostas defensivas foi pouco estudado. O presente projeto pretende contribuir para elucidar a possível interação entre os sistemas glutamatérgico, nitrérgico e vanilóide da SCPdl na modulação de respostas defensivas. Iremos investigar se receptores TRPV1 localizados na SCPdl estão envolvidos em respostas comportamentais defensivas induzidas por predador ou por administração local de agonista glutamatérgico ou doador de NO. Além dos estudos farmacológicos, também verificaremos se neurônios que possuem receptores TRPV1 são ativados durante a exposição ao predador natural e se esses eles possuem co-expressão com neurônios glutamatérgicos e/ou nitrérgicos. Finalmente iremos verificar se as células ativadas na SCP após a exposição a uma ameaça inata são glutamatérgicas e se contém a enzima NOS. | |
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