Texto completo
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| Autor(es): |
Rafael Cavalcanti de Souza
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | Campinas, SP. |
| Instituição: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas |
| Data de defesa: | 2022-02-23 |
| Membros da banca: |
Lucas Angioni;
Breno Andrade Zuppolini;
Mateus Ricardo Fernandes Ferreira
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| Orientador: | Lucas Angioni |
| Resumo | |
Nos Segundos Analíticos I. 14, 79a16-21 Aristóteles afirma que as demonstrações matemáticas são expressas em silogismos de primeira figura. Apresento uma leitura da teoria da demonstração científica exposta nos Segundos Analíticos I (com maior ênfase nos capítulo 2-6) que seja consistente com o texto aristotélico e explique exemplos de demonstrações geométricas presentes no Corpus. Em termos gerais, defendo que a demonstração aristotélica é um procedimento de análise que explica um dado explanandum por meio da conversão de uma proposição previamente estabelecida. Em uma estrutura silogística, a proposição previamente estabelecida é a premissa maior e o termo mediador deve ser comensurado ao explanandum. O conjunto da premissa maior e da premissa menor (o explanans) é coextensivo ao explanandum, mas há uma assimetria intensional entre o explanans e o explanadum, de modo que apenas o primeiro explique o último. Por fim, defendo que o elemento identificado no termo mediador deve ser o mais apropriado para explicar precisamente o que certo explanandum é (AU) | |
| Processo FAPESP: | 20/00155-8 - Dependência e independência dos entes matemáticos às substâncias sensíveis: aspecto ontológico e lógico da abstração em Aristóteles |
| Beneficiário: | Rafael Cavalcanti de Souza |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |