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Leptina: um modulador central das respostas imunes.

Texto completo
Autor(es):
Pedro Manoel Mendes de Moraes Vieira
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas
Data de defesa:
Membros da banca:
Niels Olsen Saraiva Câmara; Patricia Torres Bozza; Vera Lucia Garcia Calich; Alexandre de Castro Keller; João Santana da Silva
Orientador: Niels Olsen Saraiva Câmara
Resumo

A leptina é um mediador tanto de respostas neuroendócrinas como imunes, e tem sido associada a diversas autoimunidades. O nosso objetivo foi estudar a importância da leptina na modulação da resposta imunológica no transplante experimental, com ênfase em seu papel na plasticidade de linfócitos T e de células dendríticas (DC). Observamos que os animais deficientes em leptina têm uma sobrevida aumentada do enxerto de pele e uma menor frequência de células Th1 e maior T reguladoras (Treg), Th2 e Th17. Ademais, células T CD4+ naive diferenciam-se mais eficientemente em células Treg e Th17 tanto com DC como sem DC, na ausência de leptina. Nossos dados indicam que BMDC, imaturas e maduras, é comprometida na ausência de leptina, induzindo menor proliferação de linfócitos CD4+ e maior geração/expansão de células Treg, Th17 e Th2. Assim, a ausência de leptina resultou num predomínio de células Treg um padrão Th2 que, em conjunto com o perfil tolerogênico das DC, poderiam ser um dos mecanismos responsáveis pelo aumento da sobrevida do enxerto alogenêico de pele. (AU)

Processo FAPESP: 09/50450-7 - Adipocinas em transplante experimental: estudo da interação entre a leptina e o desenvolvimento de tolerância imunológica
Beneficiário:Pedro Manoel Mendes de Moraes Vieira
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado