| Processo: | 00/13885-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2001 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2003 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Roberto Passetto Falcão |
| Beneficiário: | Rodrigo do Tocantins Calado de Saloma Rodrigues |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 98/14247-6 - Center for Research on Cell-Based Therapy, AP.CEPID |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anemia Aplastica Adquirida | Citometria De Fluxo | Glicoproteina P | Sindrome Mielodisplastica |
Resumo A exposição a certas drogas e agentes químicos é um importante fator de risco para o desenvolvimento da anemia aplástica adquirida, assim como de alguns casos de síndrome mielodisplástica, entretanto o mecanismo pelo qual tais drogas desencadeam a doença não é conhecido. Ademais, a anemia aplástica adquirida e a síndrome mielodisplástica parecem ser o resultado de mecanismos fisiopatológicos semelhantes, embora de expressão clínica diversa. Por outro lado, a glicoproteína P é um importante mediador de resistência a quimioterapia em células neoplásticas, fenômeno conhecido como resistência a múltiplas drogas. A glicoproteína P também é expressa por tecidos normais, dentre eles o tecido hematopoético e em células precursoras hematopoéticas acredita-se que desempenhe um papel citoprotetor contra agentes tóxicos. Observamos previamente que a atividade da glicoproteína P encontra-se diminuída em linfócitos T do sangue periférico de pacientes com anemia aplástica, sugerindo que tal alteração possa contribuir para a susceptibilidade celular a drogas nesta doença. O objetivo deste projeto de pesquisa é o de analisar a atividade da glicoproteína P em células precursoras hematopoéticas (CD34+) da medula óssea de pacientes com anemia aplástica adquirida e síndrome mielodisplástica por meio do ensaio funcional com rodamina 123 por citometria de fluxo, para melhor compreender o papel desta glicoproteína na fisiopatologia destas doenças hematopoéticas. (AU) | |
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