| Processo: | 06/52566-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Cristoforo Scavone |
| Beneficiário: | Marília Brinati Malta |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Terapia de reposição hormonal Estresse crônico Sistema nervoso central |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estresse Imprevisivel | Estrogeno | Neuroinflamacao | Neuroprotecao | Sistema Nervoso Central | Terapia De Reposicao Hormonal |
Resumo No panorama atual o debate sobre os benefícios e contra indicações da terapia de reposição hormonal torna-se muito importante, principalmente quando estudos clínicos e experimentais indicam uma ação neuroprotetora desse hormônio, uma vez que atua aumentando as funções cognitivas e diminuindo o risco e/ou amenizando o sintoma de doenças neurodegenerativas. Contudo, a relação do estrógeno com o câncer mamário e endometrial, além de doenças tromboembóticas, torna muitas vezes a terapia de reposição hormonal contra indicada. Além disso, as ações do estresse e conseqüentemente dos GCs também tem sido muito debatidas, umas vez que estes hormônios podem ter efeitos deletérios e até mesmo pró-inflamatórios, tanto em órgãos periféricos como no sistema nervoso central. A sua ação no sistema nervoso central se dá em estruturas especificas (córtex frontal e hipocampo) e potencializa a ação do LPS, tanto na ativação do fator de transcrição quanto na expressão de genes pró-inflamatórios. Além desses efeitos, os GCs podem estar relacionados com transtornos psiquiátricos, como ansiedade e depressão. Sendo assim, este projeto fornecerá informações importantes sobre ação neuroprotetora do estrógeno e as vias de atuação no modelo de estresse crônico imprevisível associado ao LPS o que permitirá, em futuros estudos, buscar alternativas para o estrógeno, nos casos em que não é recomendável a mulher a terapia de reposição hormonal e ainda para indivíduos do sexo masculino. (AU) | |
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