| Processo: | 06/60261-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa Primeiros Projetos |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2008 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Acordo de Cooperação: | CNPq - Programa Primeiros Projetos |
| Pesquisador responsável: | Patricia Bulbovas Hueb |
| Beneficiário: | Patricia Bulbovas Hueb |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Feijão de soja Estresse oxidativo Ozônio Espécies de oxigênio reativas Antioxidantes Biomassa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antioxidantes | Biomassa | Crescimento | Danos Visiveis | Extresse Oxidativo | Ozonio |
Resumo
O ozônio (O3) ao entrar nas plantas provoca a formação de espécies ativas de oxigênio (EAO), que podem causar danos bioquímicos e fisiológicos. As células possuem defesas contra a ação oxidativa das EAO. Entre alguns dos principais componentes do sistema de defesa antioxidativo estão o ácido ascórbico, a glutationa, a glutationa redutase, a ascorbato peroxidase, a guaiacol peroxidase, a catalase e a superóxido dismutase. Quando plantas estão submetidas a altas concentrações de 03 é possível observar variações nestas defesas e também em indicadores de estresse, como a peroxidação de lipídios. Quantificar estas mudanças é uma forma de avaliar a tolerância ao estresse oxidativo causado pelo ozônio. Este projeto tem como objetivo avaliar a tolerância de duas cultivares de Glycine max (soja), ao estresse oxidativo provocado pelo ozônio. Plantas serão fumigadas com três diferentes concentrações de ozônio (40, 60 e 80 ppb). (AU)
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