| Processo: | 07/56975-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Jackson Cioni Bittencourt |
| Beneficiário: | Carlos Alexandre dos Santos Haemmerle |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 04/13849-5 - Circuitos peptidérgicos envolvidos na organização do comportamento alimentar, AP.TEM |
| Assunto(s): | Núcleo accumbens Imuno-histoquímica Neuropeptídeos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Imunoistoquimica | Mch | Neuropeptideos | Nucleo Accumbens |
Resumo A obesidade é um importante problema de saúde pública a ser enfrentado na atualidade. Seu desenvolvimento ocorre apesar das necessidades fisiológicas apresentadas pelo indivíduo, mostrando-se como um fenômeno complexo que vai além do simples desequilíbrio entre armazenamento e gasto energético. Uma das facetas que contribui para o surgimento da obesidade é a subjetividade que o ato de comer pode exercer como sinal de reforço ou recompensa. Sabe-se que, para a caracterização desse quadro, é de fundamental importância a intermediação do núcleo accumbens - estrutura prosencefálica localizada nos limites anteriores do estriado, que constitui a interface entre os sistemas límbico e motor -. Por outro lado, identifica-se um peptídeo que possui uma relevante função orexigênica dentro da organização do comportamento alimentar: o Hormônio Concentrador de Melanina (MCH). Trata-se de um peptídeo hipotalâmico essencialmente expresso por neurônios da área hipotalâmica lateral e zona incerto-hipotalâmica, a partir das quais se projetam amplamente por todo o encéfalo. Contudo, desconhece-se se tais projeções também alcançam o núcleo accumbens, e assim, se há uma conexão direta entre os núcleos de origem do estímulo orexigênico e a região que o reconheça como sinal de reforço ou recompensa. Nossa proposta é delinear o trajeto das aferências do núcleo accumbens que sejam imunorreativas ao MCH (MCH-ir), e em seguida, por meio de dupla-marcação imunoistoquímica, estabelecer os tipos de fibras que, dentro do núcleo accumbens, se comunicam com as fibras MCH-ir; uma hipótese é a existência de fibras dopaminérgicas envolvidas nessa comunicação. Nossos resultados preliminares apontam a existência de fibras MCH-ir no núcleo accumbens, principalmente em sua porção shell. (AU) | |
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