| Processo: | 08/56373-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Paula Andrea de Albuquerque Salles Navarro |
| Beneficiário: | Rafaela Lopes Cardoso |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Endometriose Estresse oxidativo Infertilidade feminina Fertilização in vitro Peroxidação de lipídeos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Capacidade Antioxidante Total | Endometriose | Estresse Oxidativo | Infertilidade | Peroxidacao Lipidica | Reproducao Assistida |
Resumo A endometriose, enfermidade de elevada prevalência entre as mulheres em idade reprodutiva, apresenta forte associação com infertilidade. As técnicas de reprodução assistida (TRA) têm sido cada vez mais largamente utilizadas para o tratamento da infertilidade relacionada à endometriose. Todavia, resultados conflitantes de alguns estudos têm sugerido a ocorrência de menores taxas de implantação e de gestação em portadoras de endometriose submetidas à TRA de alta complexidade. Os mecanismos envolvidos na etiopatogênese da doença e as suas variadas repercussões reprodutivas ainda não foram bem elucidados, mas acredita-se que o estresse oxidativo possa estar envolvido. O estresse oxidativo pode promover apoptose, além de anomalias na fertilização e no desenvolvimento embrionário, o que justificaria, pelo menos parcialmente, as piores taxas de implantação observadas após a realização de TRA neste grupo de pacientes. Desta forma, caso seja detectada a associação entre marcadores de estresse oxidativo e a piora da resposta à estimulação ovariana e/ou o comprometimento dos resultados das TRA em mulheres inférteis com endometriose, este fato contribuiria para o entendimento da etiopatogênese da infertilidade relacionada à endometriose, além de abrir perspectivas para novas abordagens terapêuticas. Desta forma, propomos avaliar e comparar a peroxidação lipídica, os níveis de vitamina E e a capacidade antioxidante total no soro de pacientes inférteis com endometriose e controles, previamente o início da estimulação ovariana, associando estas variáveis com a resposta à estimulação ovariana e os resultados de injeção intracitoplasmática de espermatozoides. (AU) | |
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