| Processo: | 09/17077-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Claudete Justina Valduga |
| Beneficiário: | Maria Aparecida dos Santos |
| Instituição Sede: | Coordenadoria de Pesquisa. Universidade Bandeirantes (UNIBAN). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Antineoplásicos Nanoemulsão Princípios ativos Neoplasias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antitumoral | câncer | nanoemulsões | Princípios ativos | Desenvolvimento Farmacotécnico de Medicamentos |
Resumo A 1,5-diarilpenta-1,4-dien-3-ona e derivados como a 1,5-bis(4-hidroxi-3-metoxifenil)-penta-1,4-dien-3-ona (1) são compostos fenólicos com estrutura similar à da curcumina, composto de origem natural com uma grande variedade de efeitos biológicos. O Grupo de Síntese Orgânica da UNIBAN vem trabalhando há alguns anos com o composto 1, que possui boa atividade antitumoral e baixa toxicidade animal, conforme estudos in vivo demonstraram. O composto 1 foi convertido em seu respectivo sal monossódico, a fim de tornar-se solúvel em água e facilitar a realização dos estudos in vivo. Porém essa conversão reduziu um pouco sua atividade em relação à forma neutra, pois a forma ionizada possui rápida metabolização. Problemas de solubilidade são bastante comuns quando se trata da descoberta de novas substâncias com atividade biológica, mas podem ser solucionados pelo uso de sistemas nanoparticulados, baseados em emulsões que, além de possibilitar a administração destas substâncias, ainda aumenta sua concentração nos tecidos tumorais, minimizando os efeitos tóxicos. Por isso, desenvolveu-se neste trabalho uma formulação para ser administrada por via endovenosa, baseada em emulsão, para a 1,5-bis(4-hidroxi-3-metoxifenil)-penta-1,4-dien-3-ona, ou seu derivado diacilado mais lipofílico. Posteriormente, foram avaliados parâmetros de estabilidade tais como variações de pH, oxidação, aumento de tamanho de partícula ou decomposição, para determinar a viabilidade da formulação produzida, que ainda deverá ser empregada em futuros estudos biológicos, a fim de se avaliar sua superioridade em relação à forma iônica solubilizada em água. | |
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