| Processo: | 09/53646-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Luciene Covolan |
| Beneficiário: | Luciene Covolan |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Imuno-histoquímica Bromodesoxiuridina Neurogênese Cognição |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brdu | Cognicao | Dor Neonatal | Imunohistoquimica | Neurogenese | Testes Comportamentais |
Resumo
Quando examinados, ratos e recém-nascidos humanos apresentam os mesmos comportamentos complexos observados em adultos em resposta à dor causada pela lesão tecidual e inflamação. Procedimentos invasivos dolorosos freqüentemente são realizados em recém-nascidos admitidos nas unidades de terapia intensiva (UTI), em especial nos neonates muito prematuros devido aos cuidados vitais necessários ao longo do período de internação. Os efeitos agudos e os de longo prazo causados por estímulos dolorosos em recém-nascidos humanos podem ser investigados em modelos animais, dos quais se destacam os ratos recém-nascidos. Células granulares do giro denteado recém-dividas têm sido relacionadas a mecanismos de formação de potenciação de longo prazo, um correlato celular para formação da memória. A proliferação destas células pode ser detectada por reação imunohistoquímica após aplicação de um marcador durante a fase S do ciclo celular. A estimulação dolorosa em ratos recém-nascidos consiste em um modelo excelente para investigar quais os elementos do sistema nervoso central poderiam estar envolvidos na formação e retenção da memória da experiência dolorosa expressada por esses animais quando jovens ou adultos. Assim, para atingir esse objetivo aplicaremos um agente inflamatório localmente em ratos recém-nascidos e os animais também receberão o marcador de proliferação celular. Serão realizados testes para detectar possíveis variações no comportamento e avaliaremos se a estimulação dolorosa repetida altera a taxa de proliferação celular no giro denteado do hipocampo, se é capaz de ativar áreas hipocampais e de alterar campos receptivos corticais através de obtenção de imagens por ressonância magnética nuclear. (AU)
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