| Processo: | 10/10184-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Maria de Lourdes Teixeira de Moraes Polizeli |
| Beneficiário: | Liliane Fraga Costa Ribeiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 08/57908-6 - Instituto Nacional de Biotecnologia para o Bioetanol, AP.BIOEN.TEM |
| Assunto(s): | Fungos filamentosos Bagaço de cana-de-açúcar Biorrefinarias Celulase Endo-1,4-beta-xilanases Etanol |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bagaço de cana de açúcar | Biorefinaria | Celulases | Fungos filamentosos | imobilização | Xilanases | enzimas produzidas por fungos |
Resumo O uso de etanol como combustível possui vantagens por se tratar de uma fonte inesgotável de energia e devido ao fato de a combustão do etanol levar a uma menor emissão de CO2, quando comparado ao uso de combustíveis fósseis. A produção do bioetanol utiliza principalmente o melaço da cana de açúcar, descartando o bagaço. Este, por se tratar de um resíduo rico em celulose e hemicelulose, também pode ser utilizado para a produção de etanol, o chamado etanol de segunda geração. Com isso, este trabalho visa o desenvolvimento de um coquetel enzimático contendo enzimas celulolíticas e xilanolíticas que possa ser usado sobre o bagaço da cana pré tratado, liberando açúcares fermentescíveis que podem ser usados por leveduras, como a Saccharomyces, para a produção do bioetanol. O uso de um mix enzimático, utilizando enzimas que serão clonadas e expressas em fungo filamentoso, e o fato de as mesmas poderem ser reaproveitadas, já que as enzimas serão imobilizadas em suportes químicos, é uma inovação na linha de pesquisa de nosso grupo e, portanto, tem muito a contribuir com o crescimento científico do nosso laboratório. Esse projeto está inserido no temático fomentado pela FAPESP, Instituto Nacional de Biotecnologia para o Etanol, sob a coordenação do professor Dr. Marcos Silveira Buckeridge, em parceria com CNPq - Edital dos Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação. | |
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