| Processo: | 10/10704-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Magno Sebbenn |
| Beneficiário: | Alexandre Magno Sebbenn |
| Instituição Sede: | Instituto Florestal. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Jequitibá Genética de populações vegetais Marcadores genéticos Repetições de microssatélites |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise de parentesco | Conservação Genética | Espécies arbóreas tropicais | Estrutura genética espacial | Fluxo gênico | Marcadores microssatélites | Genética de populações em espécies arbóreas |
Resumo
O jequitibá-rosa (Cariniana legalis Mart. O. Kuntze), símbolo florestal do estado de São Paulo, é uma das maiores árvores da Floresta Atlântica. A espécie é endêmica do Brasil e ocorre em baixa densidade populacional (< 1 árvore/ha). Contudo, a Floresta Atlântica foi intensamente fragmentada nos últimos séculos, restando hoje entre 11 a 16% da floresta original. A fragmentação florestal isola e reduz o tamanho das populações e, consequentemente, afeta o fluxo gênico entre populações e pode aumentar a taxa de autofecundação, taxa de cruzamentos correlacionados, estrutura genética espacial intrapopulacional e o parentesco e endogamia nas gerações descendentes. Devido a isso, estudos dos efeitos da fragmentação sobre o fluxo de pólen e sementes entre populações, sistema de reprodução e estrutura genética espacial são fundamentais para entender os efeitos da fragmentação e delinear estratégias para a conservação in situ e ex situ da espécie. Marcadores microssatélites, por seu alto grau de polimorfismo, em termos de número de alelos, são excelentes para tais estudos. Nesse contexto, pretende-se neste estudo investigar o fluxo gênico contemporâneo via pólen e sementes, o sistema de reprodução e a estrutura genética espacial de uma pequena população fragmentada de C. legalis, localizada na Estação Ecológica de Ibicatú-SP. Para fazer isso, todas as árvores adultas e aproximadamente 300 regenerantes serão mapeadas, medidos (diâmetro e altura), coletadas amostras foliares e genotipados para oito locos microssatélites. Também serão coletadas 600 sementes de polinização aberta de 12 árvores matrizes. Este estudo vai gerar informações valiosas para o manejo das populações fragmentadas da espécie, contribuindo em programas de melhoramento e conservação genética para recuperação ambiental. (AU)
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