| Processo: | 10/50157-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 06 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Carla Abdo Brohem |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Matriz extracelular Metaloproteinases da matriz Melanoma Pele artificial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Matriz Extracelular | Melanoma | Mmps | Pele Artificial | Reck |
Resumo Os melanomas apresentam extrema quimioresistência e pior prognóstico, com uma taxa de sobrevida de 6 meses, portanto, novas estratégias terapêuticas são necessárias. O gene RECK é expresso em diversos tecidos humanos normais, porém, sua expressão é reprimida durante a transformação celular, uma vez que a expressão deste gene não foi detectada em inúmeras linhagens tumorais analisadas nos primeiros trabalhos sobre este gene. Estudos posteriores demonstram a correlação inversa entre a expressão de RECK e MMPs, e a sua relação com invasividade e mobilidade celular, em linhagens tumorais. Nosso laboratório tem explorado o gene RECK em diversos tumores, como gliomas e carcinomas cervicais uterinos (Sasahara et al., 2002; da Silva Cardeal et al., 2006; Corrêa et al., 2006 e 2010). Além disso, contamos com modelos que reorganizam ó microambiente tumoral in vitro, uma ferramenta valiosa, onde reconstruímos a pele ou estratos teciduais, e simulamos a invasão tumoral na derme cultivando esta estrutura com células de melanoma. Objetivamos, portanto, avaliar os efeitos de RECK em linhagens de melanomas metastáticos humanos quando em monocamadas ou em modelo de pele artificial a fim de avaliar parâmetros envolvidos em migração e invasão celular. Sendo assim, devido à importância deste gene e a falta de marcadores na progressão do melanoma, bem como a ineficiência dos tratamentos vigentes, propomos a avaliação da expressão de RECK como um possível marcador em melanomas, e também a sua importância na invasão e progressão tumoral, podendo ser utilizado futuramente em terapias gênicas para o tratamento de melanomas. (AU) | |
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