| Processo: | 08/58817-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Desenvolvimento de fármacos Inibidores teciduais de metaloproteinases Melanoma Expressão gênica Pele artificial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Expressao Genica | Invasao Tumoral | Melanocito | Melanoma | Metaloproteinases | Pele |
Resumo
Identificar novos alvos intracelulares para intervenção terapêutica é um desafio em estudos de melanoma e a busca por novos fármacos é necessária considerando que as estratégias terapêuticas atuais utilizando inibidores de MAPK (Sorefenib), embora citostática e seletiva para células MAPK mutante, falham quando usadas como único agente. Este projeto busca avaliar dois compostos que são classificados como potenciais inibidores de metaloproteinaises, o 4- nerolidilcatecol, o principal princípio ativo da pariparoba (Pothomorphe umbellata), planta amazônica, cuja ação foi descrita recentemente por nosso grupo como um inibidor in vitro da atividade das MMPs. O efeito citotóxico dose-dependente foi observado por induzir apoptose em melanomas quimoresistentes. Outra molécula, o ácido clorogênico, abundantemente presente em várias plantas, em flores e frutos como o café, chás e maças, foi descrito quanto à ação anti-carcinogênica e anti-mutagênica em muitos tipos de cânceres pelo efeito protetor contra radicais livres devido à ação anti-oxidante. Especula-se que a degradação de colágeno tipo III, por ação de radicais livres, possa ser inibida pelo ácido clorogênico, o que leva à hipótese que tais compostos, ácido clorogênico e 4-NC, poderiam inibir a degradação de compostos da matriz e a metástase. Nosso laboratório conta com modelos que reorganizam o microambiente tumoral in vitro, uma ferramenta valiosa, onde reconstruímos a pele ou estratos teciduais, e simulamos a invasão tumoral na derme cultivando esta estrutura com células de melanoma. Assim, o cultivo em plástico pode ser contraposto ao tridimensional e utilizado como plataforma para prospecção de novos fármacos e medicamentos. Nosso objetivo, portanto, é caracterizar amplamente o mecanismo de ação destes compostos em monocamadas e em culturas de pele artificial. Desta forma, investigaremos através dos recursos deste projeto, as vias de inibição de MMPs, e avaliamos os efeitos dose-dependente de ambos compostos, além de investigar o efeito tanto pró-apoptótico em células tumorais quanto o de proteção de células normais explorando níveis de p53, Mel-1 e Bcl-xL. (AU)
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