| Processo: | 10/50712-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Alves de Souza |
| Beneficiário: | Alessandra Alves de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Biofilmes Mutação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biofilme | Interacao Planta Patogeno | Mutacao |
Resumo
A estratégia para estudo de genoma funcional inclui abordagens que objetivam uma cobertura do genoma e a confirmação particular de cada gene. Um dos aspectos abordados no genoma funcional da Xylella fastidiosa pela nossa equipe foi relacionado com a expressão de genes associados à patogenicidade da bactéria, baseados na hipótese de que a formação do biofilme é essencial para a bactéria se estabelecer e colonizar o xilema. Recentemente, desenvolvemos um estudo de expressão gênica global por Microarray para detectar genes que pudessem estar associados ao mecanismo de sobrevivência e morte celular programada no biofilme de X. fastidiosa em condição de estresse. Um network de informações genéticas foi gerado, onde de forma geral, em condição de estresse a bactéria para de se movimentar, aumenta o biofilme e induz a expressão de genes associados à effluxo de drogas e toxinas. Curiosamente, toxinas como hemolisinas e genes associados com morte celular programada como os envolvidos com o modulo toxina-antitoxina, foram expressos em condições de elevado estresse. Apesar das informações obtidas de expressão gênica, torna-se necessário o estudo funcional destes genes através de obtenção de mutantes e posteriores avaliações fenotípicas in vitro e in planta para efeito na patogenicidade. Vale salientar que apesar da X. fastidiosa causadora da CVC ter sido o primeiro fitopatógeno a ter seu genoma seqüenciado, até o momento nenhum mutante para estirpe patogênica foi obtido, o que dificulta o entendimento do papel dos genes de patogenicidade. Neste sentido, uma recente colaboração com a Universidade da Califórnia em Berkeley, devido ao projeto "Novas Fronteiras" apoiado pela Fapesp e desenvolvido por mim entre Jan2009 a Fev 2010, possibilitou o desenvolvimento de um vetor eficiente para transformar X. fastidiosa, e que será utilizado neste projeto. Neste sentido este projeto tem por objetivo não apenas desenvolver o projeto proposto (entendimento do papel biológico de um modulo TA em X. fastidiosa), mas também implementar o protocolo de obtenção de mutantes de linhagem patogênica de X. fastidiosa, por recombinação homóloga. (AU)
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