| Processo: | 10/51854-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Angela Kaysel Cruz |
| Beneficiário: | Juliana Bório Ferreira Garcia |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leishmania major Reparo do DNA Cromatina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Asf1-Anti Silencing Factor | Chaperona De Histona | Cromatina | Leishmania Major | Reparo De Dna |
Resumo Os mecanismos e genes envolvidos nos processos de remodelagem da cromatina nos tripanossomatídeos tem sido motivo de intensa investigação nos últimos anos. ASF1 (Anti Silencing Factor 1) foi identificada em diferentes organismos como uma chaperona de histonas que contribui para deposição destas na montagem de nucleossomos em DNA recém duplicado. Foi demonstrado também que ASF1 está envolvida na resposta celular a danos no DNA e silenciamento transcricional, além de que a interação dela com proteínas distintas modula sua ação. Identificamos em nosso laboratório uma ASF1 - símile em Leishmania major e estudos funcionais indicam que também nos tripanossomatídeos a ASF1 está envolvida no empacotamento da cromatina e na preservação da integridade do DNA. Resultados recentes obtidos em nosso laboratório mostraram o envolvimento de ASF1 com a resposta celular ao dano de DNA. É nossa proposta, portanto, prosseguir com a caracterização de ASFl em Leishmania major e investigar os mecanismos de ação desta proteína relacionados ao reparo de DNA. A avaliação comparativa dos proteomas das linhagens superexpressora de ASF1 e controle submetidas ao estresse genotóxico, pode ser informativa sobre possíveis proteínas a serem alvo de investigação posterior. Abordagens experimentais complementares devem permitir o estudo de interação de LmASF1 com possíveis proteínas alvo pelo uso de estratégias experimentais distintas (imunoprecipitação e/ou pull-down). Além disso, a produção de anticorpos anti-LmASF1 ou inserção no genoma da "ASF1 etiquetada" devem permitir definir sua localização subcelular e a dinâmica da proteína quando a célula é submetida a agentes genotóxicos ou mesmo sua interação com proteínas de reparo e proteínas envolvidas na organização da cromatina. (AU) | |
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