| Processo: | 10/52395-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Bahia Labruna |
| Beneficiário: | Francisco Borges Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Rickettsia Cães Fatores de risco Epidemiologia Carrapatos Febre maculosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cao | Carrapato | Epidemiologia | Fatores De Risco | Febre Maculosa | Rickettsia |
Resumo A emergência e a reemergência de doenças transmitidas por artrópodes são desafios para a medicina veterinária e humana. Rickettsias são bactérias intracelulares obrigatórias que estão classicamente divididas em dois grupos: o grupo tifo (GT), composto por Rickettsia prowazekii e Rickettsia typhi, associadas com os piolhos e pulgas, respectivamente. O grupo da febre maculosa (GFM), inclui mais de 20 espécies válidas, principalmente associadas à carrapatos (por exemplo, R. rickettsii, R. parkeri) e pelo menos uma espécie associada com pulgas, R. felis. O Maranhão possui condições ambientais favoráveis às fases de vida livre do carrapato. O processo de urbanização de áreas antes consideradas rurais aproxima o homem e os animais domésticos ao contato com animais selvagens portadores, aumentando o risco de contaminação. Objetiva-se estudar a soroepidemiologia e a detecção molecular de infecções por Rickettsia sp em cães e seus carrapatos de ambiente urbano e rural nas três mesorregiões do estado do Maranhão. Avaliando a freqüência de anticorpos anti-Rickettsia spp em cães pela Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI); identificar as espécies de carrapatos coletados nos cães; buscar a detecção de Rickettsia spp em carrapatos por meio da Reação em Cadeia pela Polimerase (PCR); tentar o isolamento e sequenciamento de cepa de Rickettsia no estado do Maranhão e determinar os fatores de risco associados às infecções causadas por Rickettsia. Os resultados obtidos poderão demonstrar pela primeira vez, a presença de patógenos do gênero Rickettsia no estado do Maranhão, assim como determinar os riscos de infecções humanas e animais naquele estado. (AU) | |
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