| Processo: | 11/09687-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Rene Jorge Abdalla |
| Beneficiário: | Rene Jorge Abdalla |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Priscila Martins Andrade Denapoli ; Roberta Sessa Stilhano Yamaguchi ; Sang Won Han ; Sheila Jean McNeill Ingham |
| Assunto(s): | Ortopedia Traumatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | lesão muscular | losartan | plasma rico em plaquetas | Tgf-B1 | Ortopedia e Traumatologia |
Resumo
A lesão de músculo esquelético é freqüente e sua incidência varia de 10 a 55% entre todas as lesões sofridas por atletas. O processo de dano e reparo é similar na maioria dos casos, mas a recuperação funcional de uma lesão muscular varia de acordo com o tipo de trauma e as lesões mais graves podem evoluir com a formação de um tecido fibroso que impede a contração muscular adequada e pode levar a contraturas musculares e a dor crônica. O tratamento atual tem uma baixa eficácia para prevenção ou tratamento de complicações tais como atrofia, contratura e dor seguida de perda funcional e fibrose pós-traumática. Um dos tratamentos utilizados na clínica para lesão muscular é a terapia com plasma rico em plaquetas (PRP) que pode ser definido como uma fração do volume do plasma que possui uma concentração de plaquetas maior que a basal. No entanto, teoricamente, esta terapia pode cursar com maior fibrose muscular pela presença de TGF-b, um conhecido agente pró-fibrótico no músculo. Este trabalho tem como primeiro objetivo avaliar a cicatrização muscular em um modelo murino de contusão muscular através do uso de PRP e do uso do PRP concomitante ao bloqueio do TGF-b. Acreditamos que os animais tratados com PRP e com bloqueio de TGF-b terão uma melhor cicatrização muscular quando comparados aos animais controle ou aos animais que receberam apenas PRP. Para isto os animais serão submetidos a um modelo de contusão muscular previamente descrito e serão inicialmente tratados com PRP. Em um segundo tempo os animais serão tratados com PRP com bloqueio de TGF-b através do uso de beads magnéticos com anticorpo anti-TGF-²1 e através do uso de losartan, um antagonista do receptor de angiotensina II que também é um inibidor de TGF-b. Os desfechos avaliados serão: força muscular, histologia, imuno-histoquímica.O segundo objetivo será a avaliação in vitro do atividade angiogênica e de fibrose do PRP, do PRP sem TGF-b e da associação PRP + losartan. Para isso, a expressão dos fatores angiogênicos e fibróticos será avaliada por RT-PCR quantitativo. Acreditamos que as células colocadas em meio com PRP apresentarão uma maior expressão de fatores angiogênicos e pró-fibróticos; já a cultura de PRP com losartan ou a cultura de PRP com inibidor de TGF-b levará a apenas um aumento da expressão de fatores angiogênicos. (AU)
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