| Processo: | 11/16672-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Celia Maria Giacheti |
| Beneficiário: | Giulia Ganthous |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Narrativa Espectro Linguagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alcoólico | espectro | Fetal | Narrativa | transtorno | linguagem |
Resumo O Transtorno de Espectro Alcoólico Fetal (TEAF) apresenta ampla variabilidade clínica - física, comportamental, cognitiva e de linguagem - de modo que os indivíduos podem ser classificados pelo diagnóstico de síndrome alcóolico fetal (FAS) ou efeito do álcool no feto (FAE). Achados preliminares da equipe mostrou que esta variabilidade ocorre também para a frequência e tipo de disfluências na narrativa oral, sugestivo de heterogeneidade do grupo investigado. Por outro lado, a recorrência elevada de hesitação e pausas, em relação aos controles por idade cronológica, é sugestiva de dificuldades na construção de narrativa de história. O desempenho em tarefa de narrativa tem contribuído para a identificação de subgrupos clínicos que apresentam em comum o distúrbio de linguagem. O objetivo deste estudo é caracterizar a narrativa oral de história de indivíduos com TEAF, propondo comparar indivíduos FAS e FAE entre si e aos seus respectivos controles por idade cronológica nas dimensões da macroestrutura e da microestrutura da narrativa. Serão avaliados 20 indivíduos com TEAF (10 com FAS e 10 com FAE), ambos os gêneros e idade cronológica entre 6 e 14 anos, que serão comparados a controles com desenvolvimento típico de linguagem, segundo gênero e idade cronológica. A narrativa será eliciada com o livro de história sem escrita "Frog where are you?"e analisada quanto aos parâmetros de macroestrutura (típicos da narrativa de história) e microestrutura (produtividade e complexidade linguística). Os dados serão analisados por meio de estatística descritiva e comparativa. Os resultados deste estudo poderão contribuir para uma melhor caracterização das dificuldades de linguagem de indivíduos com TEAF, com possibilidade de identificar peculiaridades da narrativa oral que possa ser utilizado como identificação de sub-grupos clínicos do quadro TEAF.Palavra chave: linguagem, produção de história, Transtorno do Espectro Alcóolico Fetal | |
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